Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 10 – As duas alianças – 26 de agosto a 2 de setembro de 2017

(26/08) – Sábado – Introdução.

Se fôssemos fazer um esboço da Carta de Paulo aos Gálatas, de forma que separássemos os versos por seções, dando títulos para elas, perceberíamos com clareza que o apóstolo explicou diversas coisas, entre as quais, que “os que confiam em Cristo são filhos e não escravos” (3:25 a 4:7), e que “os que confiam na Lei são escravos e não filhos” (4:21 a 31) – sendo que, no contexto desta última, ele explicou fazendo uso de uma ilustração, de uma alegoria: os dois filhos mais velhos de Abraão.

Para os judeus, falar em Abraão e em sua família era o máximo! Era colocar qualquer disputa no mais alto grau! E como os judaizantes que se tornaram cristãos “exigiam” que os conversos gentios primeiro se identificassem com “Abraão”, através da circuncisão, Paulo, por isso, usou em sua Carta algumas expressões e os nomes de alguns personagens que eram comuns aos judeus. (Era costume, na leitura sabática, apreciar partes do Pentateuco – portanto, trechos sobre a história de Abraão e sua família).

Nesta semana, veremos Paulo explicando “justificação pelas obras” versus “justificação pela fé”, de forma alegórica, através de “Agar” versus “Sara”, e de “Ismael” versus “Isaque”, e da “Jerusalém aqui de baixo” versus “a Jerusalém lá de cima”. Ele fez uso desses nomes apenas como forma ilustrativa. Sua intenção era elucidar a seguinte questão: somos filhos ou somos escravos?

Interessante lembrar, no entanto, que não havia nenhum problema entre “Abraão” e “Cristo”. Na verdade, pelo que estamos entendendo até agora, a confusão estava na mente dos judaizantes, pois “estes pensavam” que “Abraão pensava” em salvação pelas obras, enquanto Paulo está “afirmando” que Abraão pensava em justificação pela fé. Por sinal, o próprio Senhor Jesus havia dito: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o Meu dia, e viu-o, e alegrou-se” (João 8:56).

Bem, em nossos dias, notamos que a questão ainda não está clara para muitos cristãos, inclusive para alguns de nossos irmãos adventistas. Esquecemos que uma coisa é uma coisa, e que outra coisa é outra coisa. Esquecemos que Paulo está falando sobre “salvação” – e não se a Lei deve ou não ser obedecida. Esquecemos que Paulo está falando sobre “salvação pela graça” – e não que a graça anulou a Lei. Esquecemos que Paulo está falando que somos salvos pela boa obra de Cristo – e não que não devemos mais praticar boas obras. Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa!

Irmãos, que Deus nos abençoe durante as considerações que aqui faremos. Sejamos todos acompanhados pela iluminação do Espírito Santo. Que a igreja aprenda! Que a igreja ensine!

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(27/08) – Domingo – Princípios da aliança.

Gálatas 4:22 a 31 (conforme Paulo + os meus acréscimos):

“Está escrito que Abraão teve dois filhos [Ismael e, treze anos depois, Isaque]. (Se bem que, quando viúvo, Abraão casou-se com Quetura, que lhe deu mais seis filhos).

[O primeiro] da mulher escrava [Agar] e [o segundo, tempos depois] da livre [Sara]. (Lembremos que, por essa ordem, Agar acabou se prevalecendo sobre Sara – Sara foi desprezada, foi abandonada).

Mas o [filho] da escrava nasceu segundo a carne [uma obra de origem humana].

O [filho] da livre, [nasceu] mediante a promessa [de Deus].

Estas coisas são [reais, mas, agora, eu as usarei como] alegóricas [ou seja, eu, Paulo, as usarei como ilustração para o que quero ensinar].

Estas mulheres [representam] duas alianças.

Uma [aliança], na verdade, se refere ao monte Sinai [a Lei], que gera para escravidão [só nasciam pecadores – só nasciam escravos do pecado]; esta é Agar.

(Paulo está sendo irônico. O problema não está na Lei. O problema consistia em fazer da Lei a salvadora de quem supostamente a obedecia. Naquela ocasião, em termos de aliança, os israelitas prometeram obedecê-la. Perguntamos: por acaso obedeceram?). (Devemos lembrar da explicação de Jesus, em João 8:34 – “Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado”).

Ora, Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde [na minha alegoria] à Jerusalém atual [o judaísmo], que está em escravidão com seus filhos [o mesmo erro que Abraão cometeu com Agar: tentar cumprir o propósito divino através de uma obra humana. Ainda bem que ele reconheceu!].

Mas a Jerusalém lá de cima [a igreja cristã] é livre [não de obedecer a Lei, mas do legalismo – livre da ideia de se salvar porque supostamente obedece a Lei].

Está escrito [em Isaías 54:1]: ‘Alegra-te, ó estéril, que não dás à luz, exulta e clama, tu que não estás de parto; porque são mais numerosos os filhos da abandonada que os da que tem marido’. (Isaías diz que Israel é “a estéril”, “a que não está de parto”, “a abandonada” – mas Paulo diz, alegoricamente, que esta é Sara – enquanto que a outra, “a que tem marido”, é Agar – porém, Sara viria a ter muito mais filhos – ou seja, os filhos da promessa seriam mais numerosos que os filhos da carne).

Vós, porém, irmãos, sois filhos da promessa [uma obra de Deus], como Isaque.

Como, porém, outrora, o que nascera segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito [Ismael pleiteava o direito da primogenitura que, de fato, pertencia a Isaque], assim também agora [o judaísmo tenta se prevalecer sobre o cristianismo].

Contudo, que diz a Escritura? ‘Lança fora a escrava e seu filho [que representam a justificação pelas obras], porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro com o filho da livre’.

E, assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e sim da livre [filhos da justificação pela fé]”.

Mas, irmãos, peço permissão a vocês para citar aqui um trecho do Espírito de Profecia, que também nos dá uma lição através da história real. Paulo usou a história real e fez uma aplicação alegórica. Agora, a real será real:

“Se Abraão e Sara tivessem esperado em confiante fé no cumprimento da promessa de que teriam um filho, muita infelicidade teria sido evitada. Eles criam que seria tal como Deus havia prometido, mas não podiam crer que Sara em sua idade avançada pudesse ter um filho. Sara sugeriu um plano pelo qual ela pensava que a promessa de Deus pudesse ser cumprida. Ela suplicou a Abraão para tomar Agar como esposa. Nisto ambos mostraram falta de fé e de perfeita confiança no poder de Deus. Por ter ouvido a voz de Sara e tomado Agar como esposa, Abraão falhou em resistir à prova de sua fé no ilimitado poder de Deus, e atraiu sobre si e sobre Sara muita infelicidade. O Senhor intentava provar a firme fé e confiança de Abraão nas promessas que lhe fizera” (História da Redenção, pág. 77).

Resumindo: O Descendente viria por uma intervenção Divina na trajetória humana. Essa era a Aliança! Pela fé, todos deveriam acreditar que assim seria. Pela fé, todos deveriam corresponder positivamente a esta promessa de Deus. E Deus a cumpriu. Ele é Fiel! Ele a cumpriu na cruz no Calvário.

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(28/08) – Segunda – A aliança abraâmica.

O evangelho pregado a Adão, assim que caiu, ainda dentro do Éden, é o mesmo dado a todos os seus descendentes fora do Éden. Abraão recebeu o mesmo evangelho. Nós recebemos o mesmo também.

E a base desse evangelho (o fundamente dessa aliança) permanece igual. O mesmo princípio da aliança permanece até agora: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). A nossa salvação depende, no início, no meio e no fim, só, única e exclusivamente de Deus. Em Jesus Cristo, é Deus quem nos salva.

Dos lábios do próprio Senhor Jesus, aprendemos que Abraão finalmente compreendeu isso. Abraão entendeu que de Deus viria o Descendente. Jesus disse: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o Meu dia, e viu-o, e alegrou-se” (João 8:56).

Irmãos, pelo dom da fé, Abraão passou a ter uma vida exemplar dentro da aliança. Antes, provado pelo tempo, imaginou que seu servo Eliézer poderia ser adotado como filho. É a mania do ser humano achar que Deus faz uma parte e que nós devemos fazer a outra. Abraão estava errado. Mais adiante, ainda provado pela demora, achou que um filho com a escrava seria a resposta. E novamente entendeu que estava errado. Até que, pela repetição da promessa, através de uma nova revelação divina, compreendeu que o Descendente viria por um milagre.

A partir daí, suas obras testificaram de sua fé no evangelho de Deus. E o próprio Deus demonstrou ao Universo um pouco do Plano da Redenção através de uma experiência com Abraão. Paulo relata isso, e o faz com as seguintes palavras: “Pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque; estava mesmo para sacrificar o seu unigênito aquele que acolheu alegremente as promessas, a quem se tinha dito: ‘Em Isaque será chamada a tua descendência’; porque considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hebreus 11:17 e 18).

Deus nos abençoe, irmãos, a nos apoderarmos da mesma fé, e de correspondermos com as mesmas obras. A salvação é nossa! Jesus Cristo é o nosso Salvador! Vivamos assim como Abraão viveu. Vivamos como o próprio Senhor Jesus viveu.

Em breve o nosso Redentor voltará. Dia glorioso será. Bendito Dia! Aguardado Dia!

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(29/08) – Terça – Abraão, Sara e Agar.

Dentro do contexto humano, as histórias registradas na Bíblia servem “para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça”. E uma delas, conforme Gênesis 16, diz respeito a Sara ter tomado o plano de Deus em suas mãos e arquitetado uma maneira para que seu marido tivesse um filho – e é assim que entra a escrava Agar – e é desse plano que nasce Ismael. E como “demorou” para Deus Se revelar novamente a Abraão, nos treze primeiros anos de Ismael, o patriarca realmente acreditava que este filho era o seu herdeiro, o seu primogênito, o prometido.

Irmãos, aí temos um claro exemplo de como é a natureza humana. Sara, Abraão, eu, você, nós – que diferença há? Todos temos a mesma inclinação. Estamos sujeitos às mesmas paixões. Porém, “Deus é longânimo para conosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venhamos a nos arrepender”.

E como bem sabemos que é o Espírito Santo quem realiza em nós o arrependimento, Deus, em Sua longanimidade, tem trabalhado em nosso coração através da obra de Seu Espírito. Ele não desiste! E não desistiu da promessa, não esqueceu de Sua aliança. E, no capítulo 17, voltou a Se manifestar diante de Abraão, dizendo-lhe que Sara engravidaria, e que seria um menino, e que o nome dele seria Isaque.

Cerca de vinte e cinco anos depois da primeira promessa, e estando agora Abraão com cem e Sara com noventa anos, o capítulo 21 nos conta sobre o nascimento do filho que só nasceu porque Deus operou um milagre – e é desse descendente que surgirá o Descendente.

Na aplicação alegórica que Paulo fez dessa história, ele ensina que quem quer se salvar “ajudando” Deus, equipara-se ao relacionamento entre Abraão e Agar. Já o que acredita e espera no Senhor, equipara-se a Abraão e Sara.

“Quem procura alcançar o Céu por suas próprias obras, guardando a lei, tenta uma impossibilidade. Não pode o homem salvar-se sem a obediência, mas suas obras não devem provir de si mesmo; Cristo deve operar nele o querer e o efetuar, segundo Sua boa vontade. Se o homem pudesse salvar-se por suas obras, teria ele algo em si mesmo, pelo qual se alegrar. O esforço que o homem faz pelas próprias forças para obter a salvação é representado pela oferta de Caim. Tudo que o homem pode fazer sem Cristo é poluído pelo egoísmo e pecado; mas aquilo que é operado pela fé é aceitável a Deus. Quando procuramos alcançar o Céu pelos méritos de Cristo, há progresso espiritual. Olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé, podemos prosseguir de força em força, de vitória em vitória; pois por meio de Cristo a graça de Deus operou nossa salvação completa” (Visões do Céu, pág. 86).

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(30/08) – Quarta – Agar e o Monte Sinai.

Paulo associa Agar com o Monte Sinai porque Agar representa a tentativa de Abraão e Sara em ajudar a Deus a cumprir Sua promessa. Deus faz um tanto, nós fazemos o outro. Se Deus está demorando é porque nós estamos demorando com a nossa parte. Então, vamos fazer por merecer o cumprimento da promessa.

E Paulo associa o Monte Sinai com Agar porque o Monte Sinai veio a ser o local onde Deus entregou as Tábuas dos Dez Mandamentos, momento em que Israel prometeu obedecer para fazer por merecer a bênção de Deus – sendo que deveria ser o contrário: porque recebiam a bênção, que obedecessem a Deus.

Irmãos, há anos a humanidade tem buscado fazer o impossível. Pensamos em salvação como sendo algo daqui pra lá, sendo que ela é de lá pra cá. Não obedecemos para nos salvar, mas, porque estamos salvos, obedecemos.

Por vezes é dito que devemos pregar o evangelho em todo o mundo, para, então, Cristo voltar. Imagine que Deus esteja esperando por nossos esforços! Imagine que Ele dependa de nós! Se for assim, quando Ele voltará?!!!

Irmãos, Cristo vai voltar porque Ele prometeu! Ele vai voltar! O Fiel prometeu, e isso ocorrerá! E quando verdadeiramente crermos nisso, o evangelho será pregado sim em todo o mundo. É pela fé, em resposta a plena convicção de Sua segunda vinda, que vamos nos entregar completamente à obra de evangelização. Pela fé, nos colocaremos completamente nas mãos do Espírito Santo. E quando Cristo disser: “Lançai a rede à direita do barco” – os peixes virão!

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(31/08) – Quinta – Ismael e Isaque hoje.

“Aquilo que Deus propôs realizar em favor do mundo por intermédio de Israel, a nação escolhida, Ele executará afinal por meio de Sua igreja na Terra hoje. Ele arrendou Sua vinha ‘a outros lavradores’, isto é, ao Seu povo que guarda o concerto, e que fielmente dá ‘os seus frutos’. Jamais esteve o Senhor sem verdadeiros representantes na Terra e que fazem do interesse de Deus o seu próprio interesse. Essas testemunhas do Senhor são contadas entre o Israel espiritual, e em relação a eles se cumprirão todas as promessas do concerto feitas por Jeová a Seu antigo povo.

Hoje a igreja de Deus é livre para levar a êxito o plano divino para a salvação de uma raça perdida. Por muitos séculos o povo de Deus sofreu restrição de sua liberdade. A pregação do evangelho em sua pureza foi proibida, e as mais severas penalidades aplicadas aos que ousaram desobedecer aos mandamentos de homens. Como consequência, a grande vinha moral do Senhor ficou quase inteiramente desabitada. O povo viu-se privado da luz da Palavra de Deus. As trevas do erro e da superstição ameaçavam obliterar o conhecimento da verdadeira religião. A igreja de Deus na Terra esteve tão verdadeiramente em cativeiro durante este longo período de feroz perseguição, como estiveram os filhos de Israel em Babilônia durante o período do exílio.

Mas, graças a Deus, Sua igreja não está mais em cativeiro. Ao Israel espiritual foram restaurados os privilégios concedidos ao povo de Deus por ocasião do seu livramento de Babilônia. Em todas as partes da Terra homens e mulheres estão respondendo à mensagem enviada do Céu, da qual João o revelador profetizou que seria proclamada antes da segunda vinda de Cristo: ‘Temei a Deus, e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo’. Não mais têm as forças do mal poder para conservar cativa a igreja; pois ‘caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição (Apocalipse 14:8); e ao Israel espiritual é dada a mensagem: ‘Sai dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas’. Assim como os exilados ouviram a mensagem: ‘Saí do meio de Babilônia’, e foram restaurados à terra da promessa, assim os que temem a Deus hoje estão aceitando a mensagem para retirar-se da Babilônia espiritual, e logo devem permanecer como troféus da graça divina na Terra renovada, a Canaã celestial” (Profetas e Reis, capítulo 59 – “A casa de Israel”).

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(01/09) – Sexta – Conclusão.

“Ao chegarem ao lugar que Deus havia determinado a Abraão, ele edificou ali um altar e colocou em ordem a lenha, pronta para o sacrifício e então informou a Isaque a ordem de Deus de oferecê-lo em holocausto. Repetiu-lhe a promessa que Deus lhe fizera várias vezes, que mediante Isaque ele se tornaria uma grande nação, e que mesmo executando a ordem de Deus de matá-lo, Deus cumpriria Sua promessa, pois era capaz de ressuscitá-lo da morte.

Isaque cria em Deus. Tinha sido ensinado a obedecer implicitamente ao pai, e amava e reverenciava ao Deus de Abraão. Poderia ter resistido a seu pai se assim escolhesse fazer. Depois, porém, de abraçá-lo afetuosamente, submeteu-se a ser amarrado e deposto sobre a lenha. Quando as mãos do pai se elevaram para matar o filho, o Anjo de Deus, que tinha vigiado toda a fidelidade de Abraão no caminho de Moriá, chamou-o desde o Céu e disse: ‘Abraão! Abraão!’ Ele respondeu: ‘Eis-me aqui’. Então lhe disse: ‘Não estendas a mão sobre o rapaz, e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não Me negaste o filho, o teu único filho’” (História da Redenção, pág. 82).

Fico por aqui. Desejo um ótimo estudo. Uma boa semana.

Deus nos abençoe.

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  • ” Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1:3

  • “Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom.” 1 Tessalonicenses 5:20-21.

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    E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento;
    E salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne."
    Judas 1:21-23

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