COMENTÁRIOS À LIÇÃO 10 – CRISTO, A LEI E AS ALIANÇAS – (31/05 A 07/06/2014)

 O tempo oportuno se completou,o Reino de Deus se aproxima, conversão e fé, renúncia, arrependimento e seguimento,são os requisitos necessários à recepção do Reino de Deus.
– Concerto, aliança, acordo, contrato são sinônimos entre si.

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O Juízo Final – Hans Memling (Seligenstadt, 1430/1440 — Bruges, 1494)

 

VERSO ÁUREO: “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.” Hebreus 9:15

INTRODUÇÃO (sábado 31 de maio): Como já foi analisado nas lições anteriores, a Lei dos Dez Mandamentos continua em vigor, pois é eterna como Deus é eterno. A Lei não tem poder para salvar. A função da Lei é de apenas revelar o pecado: “Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.” Romanos 7:7. O objetivo da Lei é especialmente de levar o homem à Cristo, o único que tem poder para salvar. Durante esta semana vamos analisar a respeito das Alianças do Velho e do Novo Testamentos.

Velha e Nova Aliança– A base fundamental destes duas Alianças foi uma só: Os Dez Mandamentos, chamado de Lei Moral.
A Velha Aliança, foi com sangue de animais. Veja este texto: “Porque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo, e aspergiu tanto o mesmo livro como todo o povo, dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus vos tem mandado.” Hebreus 9:19-20.
A Novo Aliança foi com o sangue de Jesus. Veja este texto: “Mas, vindo Cristo, o sumo-sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação. Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.” Hebreus 9:11-12

Na Velha Aliança as pessoas tinham que recorrer àquilo que estava escrito em tábuas de pedras e no sangue de animais, em forma das cerimônias, para resolverem os assuntos espirituais. Depois que Cristo veio e morreu para nos salvar, vivemos no nível do Espírito Santo e, por vivemos com Jesus, a Lei não tem do que nos acusar. Veja este texto:  “Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.” II Coríntios 3:3.

Embora a Bíblia mencione duas Alianças, na verdade só existe uma Aliança. Todos os sacrifícios de animais e cerimônias realizadas na Velha Aliança apontavam para Jesus; que é o fundamento da Nova Aliança. Na Nova Aliança, a Lei de Deus seria impressa não em tábuas de pedras, mas em carne; no coração. Isso prova que jamais seria abolida. Sem sombra de dúvida, sob o evangelho, só pode participar da Nova Aliança quem tenha conhecimento da Lei de Deus, pois ela será colocada no coração do crente. Veja este texto: Porque esta é a aliança que depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo. Hebreus 8:10

 

DOMINGO (1º de junho) SINAIS DA ALIANÇA (Gênesis 9.12-17)Este é o texto: “E disse Deus: Este é o sinal da aliança que ponho entre mim e vós, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas.O meu arco tenho posto nas nuvens; este será por sinal da aliança entre mim e a terra. E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, aparecerá o arco nas nuvens. Então me lembrarei da minha aliança, que está entre mim e vós, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne. E estará o arco nas nuvens, e eu o verei, para me lembrar da aliança eterna entre Deus e toda a alma vivente de toda a carne, que está sobre a terra. E disse Deus a Noé: Este é o sinal da aliança que tenho estabelecido entre mim e entre toda a carne, que está sobre a terra.” Gênesis 9:12-17.

A lição de hoje trata de dois sinais da Aliança; a do arco-íris e da circuncisão. Sobre a circuncisão encontramos as especificações daAliança em Gênesis. 12.  Veja o sinal da Aliança: “E porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei grandiosamente. Então caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo: Quanto a mim, eis a minha aliança contigo: serás o pai de muitas nações; e não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai de muitas nações te tenho posto; e te farei frutificar grandiosamente, e de ti farei nações, e reis sairão de ti; e estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhes-ei o seu Deus. Disse mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás a minha aliança, tu, e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações. Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: Que todo o homem entre vós será circuncidado. E circuncidareis a carne do vosso prepúcio; e isto será por sinal da aliança entre mim e vós. O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações; o nascido na casa, e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua descendência.” Gênesis 17:2-12.

Quais algumas diferenças entre os sinais da Aliança do arco-íris e da circuncisão? No caso do arco-íris Deus fez um Aliança com toda a humanidade de que a terra nunca mais seria destruída com um dilúvio de águas. Quando aparece o arco no céu as pessoas se lembram deste sinal de Deus. É curioso que Deus prometeu destruir o mundo, mais uma vez, de uma outra maneira, desta vez será com fogo. Mas este já é um outro assunto. No caso da circuncisão, foi um sinal da Aliança apenas para o povo judeu de que deviam receber as palavras de Deus e transmitir ao povo. A circuncisão foi um sinal para um povo específico. Quanto ao arco-íris as pessoas não precisaram fazer nada. No caso da circuncisão necessitaram cumprir a sua parte no acordo.

 

SEGUNDA-FEIRA (2 de junho) PROMESSAS DA ALIANÇA – As Alianças fundamentam-se em promessas. Quando se faz um contrato ou acordo, espera-se que ambas as partes cumpram as promessas estabelecidas no acordo. As promessas da Aliança podiam ser de homem para homem ou do homem para Deus. Quando era feito de homem para homem o acordo devia durar até que ambas as partes vivessem, mas as promessas feitas para com Deus deviam durar para sempre ou até que o homem quebrasse voluntariamente as promessas da Aliança, pois Deus nunca quebra.

A lição de hoje traz um acordo que foi feito entre Labão e Jacó quando tiveram de separar-se: Veja as promessas deste acordo: “Agora pois vem, e façamos aliança eu e tu, que seja por testemunho entre mim e ti. Então tomou Jacó uma pedra, e erigiu-a por coluna. E disse Jacó a seus irmãos: Ajuntai pedras. E tomaram pedras, e fizeram um montão, e comeram ali sobre aquele montão. E chamou-o Labão Jegar-Saaduta; porém Jacó chamou-o Galeede. Então disse Labão: Este montão seja hoje por testemunha entre mim e ti. Por isso se lhe chamou Galeede, e Mispá, porquanto disse: Atente o Senhor entre mim e ti, quando nós estivermos apartados um do outro. Se afligires as minhas filhas, e se tomares mulheres além das minhas filhas, ninguém está conosco; atenta que Deus é testemunha entre mim e ti. Disse mais Labão a Jacó: Eis aqui este mesmo montão, e eis aqui essa coluna que levantei entre mim e ti. Este montão seja testemunha, e esta coluna seja testemunha, que eu não passarei este montão a ti, e que tu não passarás este montão e esta coluna a mim, para mal. O Deus de Abraão e o Deus de Naor, o Deus de seu pai, julgue entre nós. E jurou Jacó pelo temor de seu pai Isaque. E ofereceu Jacó um sacrifício na montanha, e convidou seus irmãos, para comer pão; e comeram pão e passaram a noite na montanha.” Gênesis 31:45-54.

Ao longo de toda a história da Bíblia Deus estabeleceu alguns Alianças com o seu povo. Deus fez um acordo com a humanidade quando disse, em Gênesis 3:15, que Jesus viria para salvar o mundo dos seus pecados.

Deus fez um acordo com Abraão e disse assim: “Que deveras te abençoarei, e grandiosamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos. E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.” Gênesis 22:17-18.

Deus fez um acordo com Moisés. Veja parte do pacto: “E será que, se ouvires a voz do Senhor teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o Senhor teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus: Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo. Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres.” Deuteronômio 28:1-6.

Nas promessas que Deus fez com o povo de Israel, no passado, Ele sempre abriu o leque da salvação para todas as nações. Veja estes textos: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha. E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.” Êxodo 19:5-6

“Porém se algum estrangeiro se hospedar contigo e quiser celebrar a Páscoa ao Senhor, seja-lhe circuncidado todo o homem, e então chegará a celebrá-la, e será como o natural da terra; mas nenhum incircunciso comerá dela. Uma mesma lei haja para o natural e para o estrangeiro que peregrinar entre vós.” Êxodo 12:48-49.

No Aliança que Deus faz com o Seu povo, Ele sempre cumpre. O homem é, que as vezes, não o faz. Deus diz assim: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos eu te gravei; os teus muros estão continuamente diante de mim.” Isaías 49:15-16.

 

TERÇA-FEIRA (3 de junho) A ESCRITURA DA ALIANÇA – A Bíblia apresenta diversas leis e Alianças com destaque para a Lei de Deus, constituída por Dez Mandamentos estritamente morais e escritos em duas tábuas de pedra. As demais, foram agrupadas em um livro e disciplinam diversos assuntos. E esta questão básica não é compreendida pela maioria dos cristãos, ocasionando inúmeras contradições e severos erros doutrinários. Na Lei de Deus. Ver Romanos 7:22 e Romanos 8:7, conhecida também como a “Lei da Liberdade”, “Lei Perfeita”, “Lei Régia” ou “Lei Real”. Ver Tiago 1:25, Salmo 19:7 e Tiago 2:8, não existe orientações sobre alimentação, higiene, procedimentos litúrgicos, processos jurídicos, penais e promessas de pactos; nela, encontra-se unicamente princípios morais e éticos universais reunidos em Dez preceitos escritos diretamente por Deus, e os quais são usados como norma de justiça. Nos Dez Mandamentos está a base da Aliança que Deus faz com o homem em todas as gerações e para sempre.

A Lei de Deus é distinta por ter sido pronunciada e escrita pelo próprio Criador; por ter sido guardada dentro da arca da aliança; pela função de revelar o pecado; e, por ser constituída unicamente de mandamentos morais, todos inalteráveis, inseparáveis, infindáveis e universais. Enquanto que a lei de Moisés e promessas caracteriza-se por ter sido divulgada e escrita pelo profeta Moisés; ter sido depositada ao lado da arca da aliança; pelas prescrições de ofertas por causa do pecado; e, por possuir mandamentos variados, restritos e temporais. Por exemplo; o sistema de sacrifícios de animais, a circuncisão e os pactos feitos com homens daquela época perdeu a validade com a morte de Cristo. Agora somos o Israel espiritual e dependemos da Graça de Deus, e temos também os Dez mandamentos como expressão da vontade de Deus. Mandamentos estes que precisam ser obedecidos como prova da nossa salvação.

Podemos destacar ainda que a Lei de Deus existia antes da queda do homem. Ver Romanos 4:15. Por sua vez, a lei de Moisés e promessas foram estabelecidas após a entrada do pecado neste mundo, e contém normas penais que foram seguidas até a época de Cristo. Antes do sacrifício de Cristo, aquele que aceitasse o pacto da Antiga Aliança e, posteriormente, violasse as ordenanças contidas na lei de Moisés ou transgredisse os Mandamentos da Lei de Deus era punido de forma imediata, e em alguns casos com a morte, dependendo da gravidade do crime.

As promessas dos contratos feitos com o povo, no passado, já tiveram o seu prazo de validade vencido. Hoje restam-nos apenas três promessas válidas: O sinal do arco-íris no céu, a Lei dos 10 Mandamentos escrita pelo dedo de Deus e a promessa da salvação, unicamente através de Cristo. O Aliança que Deus fez com Abraão e Moisés, no passado, continua para cada crente que aceita Cristo como Salvador pessoal.

 

QUARTA-FEIRA (4 de junho) O ALIANÇA E O EVANGELHO – (Hebreus 9:15:22) – Este é o texto base de hoje: “E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna. Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador. Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive? Por isso também o primeiro não foi consagrado sem sangue. Porque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo, e aspergiu tanto o mesmo livro como todo o povo, dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus vos tem mandado. E semelhantemente aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os vasos do ministério. E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.” Hebreus 9:15-22.

No passado Deus deixou algumas condições para quem recusasse desobedecer a Aliança do Sinai. O povo não podia fazer imagem de escultura, não podia desprezar o pai e a mãe, não podia avançar na divisa das terras do próximo, não podia fazer o cego errar o caminho, não devia desprezar o estrangeiro o órfão e a viúva, não podia cometer adultério, prostituição, etc.. Ver em Deuteronômio 27:11-26. Veja que o pacto do Sinai está relacionado com a Lei dos 10 mandamentos, como vimos na lição de ontem.

O Evangelho de Cristo não nos isenta de praticarmos a justiça da Aliança do Sinai. A grande diferença está em que Cristo morreu por nós e recebemos dele forças para cumprir o Novo Aliança. No passado a Lei apontava para Cristo, agora o próprio Jesus coloca-Se como o nosso Mediador. Jesus é poderoso para salvar: Veja este texto maravilhoso sobre a capacidade que só Jesus tem em nos salvar: “Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente; levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas.” I Pedro 2:21-25

Em II Coríntios 3 mostra a diferença entre a velha Aliança e o Evangelho que é o Novo Aliança: A velha exercia o “Ministério da Morte” dos animais e dos pecadores que recusavam obedecer a Lei v. 7, o Evangelho promove o “Ministério do Espírito” pois quem vive com Jesus está livre da penalidade da Lei . A velha promovia o “Ministério da Condenação, e o novo, o “Ministério da Justiça”. V 9. A velha Aliança era importante “Em Glória”. V. 5 o Novo Aliança é indispensável “Em Excelente Glória” v.10. O Evangelho está disponível para todas as pessoas que se arrependem, confessam os pecados e aceitam Jesus através do santo batismo.

Pergunto: Você já foi transformado pelo evangelho de Cristo e participa na pregação do evangelho?Veja este verso: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, que em outro tempo não éreis povo, mas agora sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia.” I Pedro 2:9-10.

 

QUINTA-FEIRA (5 de junho) OS BENEFÍCIOS DA ALIANÇA (Efésios 2:6)Este é o texto principal para hoje – “E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus.” Efésios 2:6.

As duas Alianças são semelhantes em alguns aspectos,ambas são chamadas Alianças. Ambas foram ratificadas com sangue. Ambas foram feitas com base na Lei de Deus. Ambas foram feitas com o povo de Deus e ambas foram estabelecidos sobre promessas. A Antiga Aliança levava benefícios ao povo que obedecia. Aos desobedientes eram aplicadas as maldições. Ver Dt27:11-26. A NovaAliança, ratificada com o sangue de Jesus, também traz benefícios somente para todos os que o aceitam e cumprem os acordos da Aliança.

Quais são os benefícios da Aliança? O verso acima reveste-se de grande importância e solenidade. A Nova Aliança oferece garantias plenas ao homem, pecador como é em sua natureza, de viver como se já estivesse no céu. Esta experiência que já podemos ter aqui na terra é o selo de garantia de que a morte de Cristo faz sentido na vida das pessoas que O aceitam. Veja estes outros versos: “Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.” II Pedro 1:4

“Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.”II Coríntios 4:16-18.

“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo.” Filipenses 1:6

“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.” João 5:24.

“E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus.” I João 5:11-13

Que maravilha! Deus Deixou-nos estas promessas, da Nova Aliança, de que é possível vivermos uma vida de acordo com a Sua santa vontade. Não necessitamos voltar à prática dos velhos pecados, pois o sangue de Cristo concede-nos poder. Se alguém insiste em continuar vivendo em seus delitos e pecados, tendo já experimentado a salvação, está dando um atestado de voluntária incompetência em buscar a face de Jesus, diariamente e de forma humilde, para dele receber poder para abandonar os pecados.

 

SEXTA-FEIRA (6 de junho) LEITURA COMPLEMENTAR DA LIÇÃO – A primeiro Aliança que Deus fez com os Seus filhos foi logo depois da queda, depois fez outros duas grandes Alianças, com Abraão e com Moisés.

“Ali foi feita uma promessa divina de que a semente da mulher feriria a cabeça da serpente. A todos os homens este Aliança oferecia perdão, e a graça auxiliadora de Deus para a futura obediência mediante a fé em Cristo. Prometia-lhes também vida eterna sob condição de fidelidade para com a Lei de Deus. Assim receberam os patriarcas a esperança da salvação.” Patriarcas e Profetas, 266

“Esta mesma Aliança foi renovada a Abraão, na promessa:“Em tua semente serão benditas todas as nações da Terra”. Gênesis 22:18. Esta promessa apontava para Cristo. Assim Abraão a compreendeu (Gálatas 3:8, 16), e confiou em Cristo para o perdão dos pecados. Foi esta fé que lhe foi atribuída como justiça. A Aliança com Abraão mantinha também a autoridade da lei de Deus. O Senhor apareceu à Abraão e disse: “Eu sou o Deus todo-poderoso, anda em Minha presença e sê perfeito”. Gênesis 17:1. O testemunho de Deus concernente a Seu fiel servo foi: “Abraão obedeceu à Minha voz, e guardou o Meu mandado, os Meus preceitos, os Meus estatutos, e as Minhas leis”. Gênesis 26:5. E o Senhor lhe declarou: “Estabelecerei a Minha Aliança entre Mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações, por Aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua semente depois de ti”. Gênesis 17:7. Se bem que esta Aliança houvesse sido feito com Adão e renovado a Abraão, não poderia ser ratificado antes da morte de Cristo. Existira pela promessa de Deus desde que se fez a primeira indicação de redenção; fora aceito pela fé; contudo, ao ser ratificado por Cristo, é chamado uma Nova Aliança. A Lei de Deus foi a base desta Aliança, que era simplesmente uma disposição destinada a levar os homens de novo à harmonia com a vontade divina, colocando-os onde poderiam obedecer à Lei de Deus. Patriarcas e Profetas, 266

 

“Outro pacto, chamado nas Escrituras a “Velha” Aliança, foi formado entre Deus e Israel no Sinai, e foi então ratificada pelo sangue de um sacrifício. A Aliança abraâmica foi ratificada pelo sangue de Cristo, e é chamado a “segunda”, ou a “Nova” Aliança, porque o sangue pelo qual foi selado foi vertido depois do sangue da primeira Aliança. Que a Nova Aliança era válida nos dias de Abraão, evidencia-se do fato de que foi então confirmada tanto pela promessa como pelo juramento de Deus, “duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta”. Hebreus 6:18” Patriarcas e Profetas, 266.

 

Na velha Aliança as pessoas tinham que recorrer àquilo que estava escrito em tábuas de pedras e no sangue de animais, em forma das cerimônias, para resolverem os assuntos espirituais. Depois que Cristo veio, e morreu para nos salvar, vivemos no nível do Espírito Santo e, por vivemos com Jesus, a Lei não tem do que acusar-nos. Veja este texto: “Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.”
II Coríntios 3:3. Já alcançamos este nível espiritual?

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