COMENTÁRIOS À LIÇÃO 7 – CRISTO, O FIM DA LEI – 10 a 17 de maio de 2014

A pregação de João Batista foi a linha divisória entre o Antigo e o Novo Testamento (Jo 1.15-18). Com a chegada de Jesus, houve a confirmação de todas as palavras dos profetas. Jesus deixou claro que Seu reino era o cumprimento da lei do Antigo Testamento, e não a abolição (Mt 5:17). Sua pregação não éra novidade, mas sim a conclusão do AT.
O mesmo Deus que operou por intermédio de Moisés estava cumprindo Sua promessa através de Jesus.

Salvador, afresco em Igreja de Chora, em Istambul.

 

VERSO ÁUREO: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” Romanos 10:4

 INTRODUÇÃO (sábado 10 de maio) : A Bíblia afirma que, depois da morte de Cristo, não estamos mais debaixo da Lei e sim sob a Graça, como vemos: “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.” Romanos 6:14. Os Dez Mandamentos foram entregues por Moisés, mas a Salvação foi conferida por Jesus, como vemos: “Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.” João 1:17. Paulo também declara que “o fim da Lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.” Rm. 10:4.

Não há nenhum conflito entre a Lei e a Graça, ou entre Lei e a salvação gratuita que Jesus nos oferece. A palavra “fim” pode ser traduzida como “finalidade ou objetivo”. Podemos compreender a palavra “fim” como significando o “objetivo” ou “propósito” e “finalidade”. Cristo era o objetivo que a Lei tinha em vista; porque o propósito da Lei é levar os homens a perceber sua pecaminosidade, sua injustiça, para que possam ir à Cristo em busca de Sua justiça, que é concedida no momento do perdão e comunicada no viver diário, algo claramente ensinado em Gálatas 2:20. Esse uso da palavra “fim” é encontrado em Timóteo 1:5. Veja o texto: “Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.” I Timóteo 1:5.

Que benefícios proporcionam a Lei? Mostra os nossos pecados e aponta para Jesus que pode salvar. A Lei é o padrão pelo qual podemos garantir se temos falhado quanto aos requisitos de Deus e aponta para o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.”

O que faz o Evangelho em favor do pecador? A palavra “Evangelho” significa boas novas. São boas novas de salvação do pecado, como vemos: “E dará à luz um filho e chamarás o seu nome Jesus; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” Mateus 1:21. E a Bíblia define pecado como qualquer violação da Lei Divina. Ver I João 3:4. Assim, então, o Evangelho é a boa nova do plano de Deus para salvar-nos da transgressão de Sua santa Lei. Portanto, em vez de a Lei e o Evangelho estarem em oposição, eles se acham em íntima comunhão. E a própria existência do Evangelho prova que a Lei ainda está em vigor, pois qual seria o propósito na pregação das boas novas de salvação da violação da Lei se a Lei não estivesse mais em vigor? O ser humano não pode transgredir o que não existe. Concorda?

Com certeza; quando Paulo escreveu que “Cristo é o fim da Lei” ele não quer que pensemos que o reino da graça nos livra da obediência da Lei. Ele mesmo perguntou: “Porque o pecado não tereis domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum.” Romanos 6:14-15

Jesus confirmou os Dez Mandamentos, veio para cumprir a Lei. Em Sua pregação, Ele acrecentou-lhes um caráter espiritual e abrangente, valorizando mais o interior do homem, sem descuidar de seu comportamento.
Uma explicação para a grande falta de santidade e de moral que hoje assistimos na vida dos membros da “Igreja” moderna é exatamente a falta de reconhecimento da Ética Cristã, que nos é apresentada através dos Dez Mandamentos. Já se tornou normal a leitura e estudo somente do Novo Testamento pela maioria de nossos irmãos, enfatizando apenas o amor de Deus, porém o padrão seguido pelos judeus e gentios que se converteram nos primórdios do cristianismo têm sua base no Velho Testamento e principalmente nos Dez Mandamentos, nas leis e ordenanças feitas por Deus aos hebreus, para que fossem um povo separado e diferente dos outros povos que viviam à sua volta.

Todas as igrejas cristãs e países, em são juízo, defendem a necessidade de obedecermos os Mandamentos da Lei de Deus. Certamente Paulo queria dizer que, com a vinda de Cristo, o cristão não vivia mais sob o poder e maldição da Lei, pois Jesus mesmo disse: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32. Cristo liberta do que? Do pecado; e onde não há pecado não há Lei para condenar.

 

DOMINGO (11 de maio) ONDE O PECADO ABUNDOU (ROMANOS 5:12-21) Este é o texto principal para hoje: “Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça.” Romanos 5:20

No decorrer dos séculos o pecado alcançou proporções enormes, tanto é que Deus resolveu destruir o mundo com o dilúvio. Veja o texto: “A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência. E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.” Gênesis 6:11-12. Hoje o mundo não é diferente dos dias de Noé. As pessoas vivem para os seus prazeres e pecados, conforme II Timóteo 3. “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.” II Timóteo 3:1-5. Tanto na época de Noé como nos dias de hoje Deus mostra-Se poderoso para salvar aqueles que O aceitarem e obedecerem a Sua Lei.

Onde o pecado está presente ocorre destruição e morte, mas onde Cristo tem a permissão de entrar acontece a transformação na vida das pessoas. É nesse sentido que a Palavra de Deus menciona que onde abundou o pecado superabundou a graça. Assim como Noé vivia de forma “justa e piedosa” em um mundo de pecados, hoje os fiéis filhos de Deus também podem usufruir, em suas vidas, a Graça de Deus, que liberta, salva, perdoa e regenera.

Por um lado Adão e Eva desobedeceram a Lei de Deus, e foram penalizados em suas vidas e nós também sofremos as consequências, com as desgraças e morte física. Por outro lado Jesus obedeceu a Lei de Deus e garantiu-nos a Salvação eterna. Veja o texto: Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.” Romanos 5:18-21. Resumindo podemos dizer que a Graça de Deus é mais poderosa do que o pecado e que Jesus é mais poderoso do que o diabo. Amém?

Veja este texto: “Tudo devemos ao Senhor. É Ele o Autor de nossa salvação. Ao operar o irmão sua salvação com temor e tremor, “Deus é Aquele que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade” Testemunhos Seletos. Vol 2, 266.

 

SEGUNDA-FEIRA (12 de maio) LEI E GRAÇA (ROMANOS 6: 15-23) – Este é o texto para hoje: “Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum. Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundície, e à maldade para maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para santificação. Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça. E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 6:15-23

Tanto a Lei como a Graça vieram diretamente do trono de Deus. Quão felizes somos porque aceitamos a Lei e a Graça da salvação! Pelo poder da graça de Deus, não mais permanecemos sob a condenação da Lei, mas somos sustentados por Cristo para obedecermos a Lei. Somos salvos e livres, em Jesus, porque Jesus morreu por nós e porque também obedecemos a Lei. Mas como assim; a salvação não é somente pela fé e graça? Explico: Embora a Lei de Deus não tem poder para salvar, a sua obediência livra-nos da sua condenação. Quando alguém rouba algo e é apanhado, a lei de todos os países, que tem como base o 8º Mandamento da Lei de Deus, coloca o ladrão na cadeia. Quem mata alguém, que é a quebra do 6º Mandamento da Lei de Deus, e é apanhado, também vai para cadeia. Quem está na cadeia não é livre, e se está lá é porque transgrediu a lei. Os filhos que desonram ou maltratam os pais, logo são procurados pelos parentes, vizinhos ou até pelas autoridades. Esta é a liberdade que Jesus concede aos que O recebem e mantém comunhão com Ele. A lei condena, mas a graça, quando é bem usada, absolve! Percebeu?

Enquanto o pecador vive na prática dos seus pecados, sem ter conhecimento de Jesus que salva, ele está sob a penalidade da Lei, pois está praticando delitos, pois ele não conhece absolutamente nada sobre a Graça; seja para perdoar o culpado ou para purificar o manchado. Ele está encerrado debaixo da maldição por desobedecer a Lei. Por outro lado, quando a Graça ergue o pecador dessa condição; e, por meio da união com Jesus, Deus o conduz a um estado de consciente reconciliação e amorosa entrega do coração a um Deus que salva, imediatamente ele sente a gloriosa liberdade para ser santo, e a certeza de que “o pecado não terá domínio sobre ele”. Agora, o pecador vive na Graça e livre da penalidade da Lei.

O pecador, unido com Cristo “a Videira Verdadeira” nem discute se a Lei deve ser guardada ou não; ele simplesmente tem prazer na lei de Deus. Veja os textos: “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.” I João 5:2-3

“Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus.” Romanos 7:22

 

TERÇA-FEIRA (13 de maio) MISERÁVEL HOMEM – (ROMANOS 7.21-25) – Este é o texto para hoje: “Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.” Romanos 7:21-25

O contexto da lição de hoje é que Paulo, por um lado, tem prazer na Lei de Deus e nos assuntos espirituais; mas, por outro lado, sente a lei do pecado reinando dentro dele e fazendo guerra contra Deus. Esta é a lei do pecado. Qual é a lei do pecado? A natureza pecaminosa é ensinada em muitos lugares na Escritura, como a declaração de Davi: “Eis que eu nasci em iniquidade, e em pecado me concedeu minha mãe” Salmo 51:5. Davi não quer dizer que foi o produto de um caso de adultério, mas que seus pais passaram uma natureza pecaminosa para ele. No caso a criança herda a sua natureza pecaminosa no momento do nascimento. Esta é a lei do pecado.

Paulo afirma em sua carta aos Romanos que havia algo nos membros do seu corpo que ele chama de “minha carne”, a qual produziu dificuldade em sua vida cristã e fez dele um prisioneiro do pecado. Martinho Lutero, em seu prefácio ao livro de Romanos, comentou sobre o uso de Paulo da palavra “carne”: “Tu não deves entender “carne”, portanto, como se  fosse apenas aquilo que está ligado com a falta de castidade, mas São Paulo usa “carne” para se referir a todo o homem, corpo, alma, razão e todas as suas faculdades, porque tudo o que está nele anseia e luta segundo a carne.” Os comentários de Lutero salientam que “carne” equivale a afetos e desejos que são contrários a Deus, não só na área da atividade sexual, mas em todas as áreas da vida

O pecado prende, mas Cristo liberta. Paulo mostrou que era um ser humano normal e que quando deixava de contemplar Cristo, o pecado tomava conta dele. E quando mantinha plena comunhão com Deus tinha prazer em Sua Lei. Veja estes textos:

“Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus.” Romanos 7:22

“E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Pois o fim delas é a morte”. Romanos 6:21.

“Porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis”. Romanos 8:13.

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim”. Gálatas 2:20.

“Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.” Romanos 6:11

 

QUARTA-FEIRA (14 de maio) O PROPÓSITO DA LEI (ROMANOS 9:30-10:4) – Estes são os textos para hoje: “Que diremos pois? Que os gentios, que não buscavam a justiça, alcançaram a justiça? Sim, mas a justiça que é pela fé. Mas Israel, que buscava a lei da justiça, não chegou à lei da justiça. Por quê? Porque não foi pela fé, mas como que pelas obras da lei; pois tropeçaram na pedra de tropeço; Como está escrito: Eis que eu ponho em Sião uma pedra de tropeço, e uma rocha de escândalo; e todo aquele que crer nela não será confundido.” Romanos 9:30-33

 “Irmãos, o bom desejo do meu coração e a oração a Deus por Israel é para sua salvação. Porque lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” Romanos 10:1-4.

 O objetivo da lição de hoje é mostrar que a salvação é adquirida unicamente através da fé em Cristo e não pelas obras da Lei. Nem precisamos dizer que a Lei de Deus deve ser guardada, independentemente da nossa salvação ser pela fé e graça, pois todas as pessoas das religiões cristãs concordam com isso, pois a Lei de Deus nunca ficou obsoleta. O que tem acontecido é que a maioria das igrejas cristãos ignoram a necessidade de santificar o sábado e a igreja Católica Romana, para além de guardar um outro dia que não o sábado,  ainda inclui imagens de escultura e ídolos nos seus cultos, contrários a Palavra de Deus.

 O contexto aqui é que os gentios estavam aceitando Jesus como o seu Salvador pessoal e muitos pagãos estavam se convertendo ao Cristianismo; em contrapartida muitos judeus nem sequer perceberam a chegada do Messias e continuavam com ênfase na força da Lei. Os judeus acreditavam que a Lei tinha força para aperfeiçoar o caráter, por isso procuravam levar a religião de acordo com os seus termos e propósitos.

 A Lei tinha como finalidade levar as pessoas à Cristo, é por isso que a bíblia diz: “Porque o fim (ou finalidade, propósito) da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” Romanos 10:4.Talvez em nenhuma outra passagem da Escritura o objetivo da Lei esteja tão explicado como na carta aos Gálatas. O apóstolo Paulo pergunta: “Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador. Ora, o mediador não é de um, mas Deus é um.” Gal. 3:19-20. A segunda afirmação de Paulo, limita o tempo em que a Lei deveria agir assim, foi adicionada até que Cristo viesse. O descendente é Cristo, que veio para ser alvo do cumprimento da Lei; “Porque o fim da lei é Cristo, para a justiça de todo aquele que crê” Rom 10:4.

 A lei mostrava e mostra o pecado: “Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado” Rom. 3:20. No mesmo capítulo 3 de Gálatas versos 21, 22 Paulo faz a seguinte pergunta: “É porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente da lei. Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem” Gal. 3.21-22. Com a chegada de Cristo a Lei deixou de exercer o poder que exercia antes da Sua morte.

 Que papel e força exercem a lei e a graça no processo sua salvação?  

 

QUINTA-FEIRA (15 de maio) O DISCIPLINADOR OU TUTOR (GÁLATAS 3:19-24) Este é o texto para hoje: “Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um. Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados.” Gálatas 3:19-24.

A lei tem o papel de mostrar o pecado e nunca de tornar as pessoas justas. Quem vai perdoar e salvar as pessoas é Jesus Cristo, através do Seu sangue e Graça. A Lei não é contrária às promessas de Deus, mas foi adicionada por Deus devido às transgressões dos homens. A promessa foi feita a Abraão e a Lei por Moisés, e a graça e salvação por Cristo.

A lei de Deus nunca teve o propósito de justificar pecadores. Como “aio”, no grego paidagogos, a Lei foi dada como padrão para revelar a iniquidade e a imperfeição humana. O “aio” representa uma função única nas antigas famílias gregas e romanas. O aio, ou paidagogos, “tutor ou disciplinador”, não era mestre, mas o guia e guardião que disciplinava a criança. No mundo romano, um escravo de confiança da família era encarregado de tomar conta do menino entre seis e dezesseis anos; levá-lo à escola e trazê-lo de volta para sua casa, supervisionando sua conduta. Da mesma forma, a Lei exercia apenas um papel disciplinador, servindo de aio para conduzir-nos a Cristo. Isso mostra a sua inferioridade em relação ao Evangelho. Sua função terminou com a vinda do Messias. Ver Gal. 3:25. Agora, somos livres da penalidade Lei, mas dependentes da graça de Deus. E, salvos pela fé e graça, como forma de gratidão continuamos a obedecer a Lei.

A lei pode mostrar a nossa pecaminosidade e levar-nos a tal convicção do pecado que sejamos conduzidos à Cristo, que pode livrar-nos dos nossos pecados. Quando recebemos a Cristo e vivemos com Ele não mais ficamos sob o domínio ou condenação da Lei. Mas não estamos livres da obediência à Lei de Deus, porque aceitando a Cristo recebemos o poder Divino para obediência a essa Lei, como está explicado nos escritos de Paulo. Quão claro e simples é, portanto, que quando aceitamos o Filho de Deus e a Graça que Ele oferece, não viramos as costas à Lei. Pelo contrário, descobrimos que a “justiça da lei se cumpre em nós”, Em vez de sermos pecadores, transgressores da Lei de Deus, descobrimos que somos obedientes a ela. Temos prazer em obedecê-la.

 

SEXTA-FEIRA (16 de maio) LEITURA COMPLEMENTAR DA LIÇÃO – A obediência à Lei não está em conflito com a Graça. A obediência à Lei é o resultado de vivermos na Graça. À luz do assunto estudado nesta semana, não há nenhuma dificuldade no texto: “Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.” João 1:17. Embora Moisés servisse a um grande propósito no plano de Deus porque através dele, Deus deu ao mundo a forma escrita do código moral foi por meio de Cristo que veio a graça Divina, sem a qual a Lei não pode realmente ser guardada. A pessoa que aceita  Cristo não mais luta para obter justiça pela observância da Lei. Em vista de sua aceitação de Cristo, a justiça do Salvador é-lhe imputada. Diz Paulo: “Mas agora, sem [ou, à parte da] lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela Lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem” Rom. 3:21 e 22.

 Já vimos que o contexto mostra que Paulo está combatendo o legalismo judaico, que os judeus deveriam ter cessado de usar a Lei para tentar estabelecer a justiça própria, que a salvação oferecida na pregação da fé implica numa sujeição à justiça de Deus, ou seja, em cessar de confiar nos supostos méritos próprios, provindos da prática das obras da Lei, para confiar somente em Cristo, o Redentor e que Cristo é um Salvador tão suficiente que para o homem receber essa salvação deve cessar de peguntar sobre o que precisa praticar para ser salvo, pois basta invocar o nome do Senhor, crendo e confessando a Jesus como Senhor. Diante disso, vemos que Paulo está tratando da questão da experiência pessoal da salvação, da apropriação da justiça de Deus, em Cristo. É nesse contexto que ele afirma que Cristo é fim da Lei para justiça de todo o que crê, e a maneira mais natural de entender esta expressão, de acordo com o contexto é: “O propósito da Lei é mostrar Cristo que pode salvar e promover a verdadeira justiçar do homem caído”.

“De tudo o que se tem ouvido, o fim é; Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos. Este é o dever de todo homem.” (Ec 12;13)

 

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  1. #1 por Waldecy Simões em 23 de maio de 2016 - 15:11

    O FIM DA LEI É CRISTO é muito mal interpretado.

    Está Escrito, em Romanos: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”. Romanos 10:3-4. O termo FIM tem por propriedade dois sentidos na língua grega com a qual foi escrito o Evangelho: conclusão ou término de uma ação e perfeição no cumprimento dessa ação. Era como se Paulo dissesse: “O fim de minha pregação é a salvação de vocês”. Portanto, o fim da lei é Cristo, mas os pastores evangélicos, em sua imensa maioria, com astúcia nociva, se aproveitam desse termo isolado para, temerariamente, tentarem impor o fim do Decálogo o que é absolutamente impossível, pois sem leis o homem ficaria perdido nas trevas e estaria fazendo Jesus de contraditório. Pode?

    Está Escrito, em I Timóteo 1:5 que legitima minha interpretação acima: Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.

    Mas esse termo o fim das leis é Cristo, pode ter dupla interpretação, mas acontece que ambas nada têm a ver com a derrocada do Decálogo em uma vírgula sequer:

    Como é impossível Paulo estar se referindo às Dez Leis de Deus como findas, pois se assim fosse ele seria um gigantesco contraditório por ter declarado, especificamente, que era escravo das leis, as leis são santas, que sem elas não se reconheceria o pecado e que as leis foram dadas por Deus a todas as nações da Terra para obediência irrestrita , então fica claríssimo que ele estava se reportando às leis citadas acima, que escravizavam, as mesmas leis citadas em Gálatas. Portanto, podemos entender que Paulo canta o fim das leis que escravizavam, as mesmas que Cristo pregou na cruz, leis essa que só vigoraram até João (Lucas 16:16). Basta uma breve meditação para se concluir isso. Por essa ou por outra, nem por sonhos Jesus impôs o final das leis do Decálogo, pois se assim pudesse ter sido, ele seria um gigantesco contraditório depois de reger que o Universo inteiro seria destruído antes que das leis de Deus pudesse ser removido até uma simples vírgula delas todas, e lembrando que são DEZ.

    “..na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos que consistia em ordenanças…” nada tem a ver com a derrocada do Decálogo, pois sendo isso impossível, o apóstolo Paulo, sempre dirigido pelo Espírito Santo de Deus, se refere às ordenanças e leis antigas, provindas de Levítico, criadas para uma época para regular as ações dos israelitas nos difíceis 40 anos de deserto, mas que de forma alguma tiveram lugar no Evangelho de Jesus. E isso Está Escrito em Lucas 16:16, que revela:
    A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei. Lucas 16:16 e 17 Esses dois preceitos nos mostram a derrocada (no Evangelho) das leis que escravizavam e em seguida LEGITIMAM o Decálogo de Deus

    A Hora da Verdade do apóstolo Paulo: Principalmente na Carta aos Gálatas, ele abominava as leis que só vigoraram até João, mas quanto às leis do Decálogo, se confessa escravo delas:

    “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

    “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

    “Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

    “… se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

    Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

    “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

    “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

    O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto, sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei pelo Senhor Deus; não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!

    A seguir, estão colocadas as provas bíblicas que revelam, claramente, e sem nenhuma sombra de dúvidas, Jesus e sua Igreja santificando os sábados com o objetivo maior de nos deixar esses claros exemplos, pelos quais devemos abominar o tal domingo, certamente imposto por Satanás através dos papas romanos, como aqui foi mostrado:

    “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo.

    “O sábado foi estabelecido por causa do homem…” Jesus, em Marcos 2:28.

    Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:
    “O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 – 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.
    Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

    Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:
    “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
    Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

    “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.
    Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
    Tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável

    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
    Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos – no caso presente os gregos – participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

    Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

    “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado…”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

    “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

    Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
    Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
    Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!
    No arquivo anexado temos um escrito que completa perfeitamente esse presente, de nome O Tratado sobre as leis de Deus, onde nos mostra como o sábado de Deus foi corrompido e porquê.

    Quem precisa de mais que isso para inteirar-se de que O SÁBADO É PARA SEMPRE??? PONTO FINAL!

    http://www.segundoasescrituras.com.br Na página 2 deste site, há 9 arquivos que se completam entre si:

    119 – O Tratado sobre as leis de Deus
    146 Colossenses 2:16 fácil de entender
    148 A maioria dos pastores evangélicos interpretam errado a Carta aos Gálatas
    150 Absolutamente nada funciona sem leis
    151 O fim da lei é Cristo, interpretado errado
    152 Segundo Jesus, as boas obras são parte imprescindível para a salvação
    153 Recado curto mostrando a verdade do sábado
    154 – As sete verdades sobre o sétimo dia
    156 – História das Raízes da Igreja

    Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br
    Publicações livres

  2. #2 por Waldecy Simões em 23 de maio de 2016 - 15:13

    NADA, MAS ABSOLUTAMENTE NADA FUNCIONA SEM LEIS.

    NADA FUNCIONA SEM LEIS. Deus também é legalista, pois até no seu Reino deveria haver leis, senão Lúcifer e seus anjos não teriam sido expulsos. Devem ter desobedecido a Deus para tanto castigo.

    Logo após Deus ter criado o homem, deu uma lei para eles e, infelizmente, não foi acatada.

    Deus sempre esteve proclamando seus desejos e leis ao seu povo através de seus profetas, mas de tanta importância que atribuiu às 10 leis promulgadas no Monte Sinai, FEZ QUESTÃO DE ESCREVÊ-LAS PESSOALMENTE e num espetáculo incrível, onde até os anjos por semanas a fio tocavam as suas trombetas cada vez mais alto. Isso tudo o Senhor Deus fez para chamar a atenção da Humanidade para a vital importância de suas 10 leis que regulariam as relações do homem para com o Criador ( 4 primeiros mandamentos) e as relações entre os próprios homens e mulheres (os demais 6 mandamentos.

    Jesus também foi legalista, pois em sua primeira pregação, também sobre um monte, bradou: “Os céus e a terra passarão antes que das leis se consiga retirar um só til (e o mandamento do sábado tem 433 caracteres);

    Em João 15:10 Jesus se mostra novamente legalista: “Aquele que me ama guardará os mandamentos de meu Pai, ASSIM COMO EU OS GUARDO”.
    O Maior dos apóstolos, Paulo, também era legalista, pois ele se confessa ESCRAVO DAS LEIS DE DEUS:

    “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

    “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

    “Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

    “… se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

    Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

    “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

    “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

    Então, essa história repetida pelo pastor Malafaia que não é legalista, está fugindo do Evangelho, pois SEM LEIS NADA FUNCIONA, nem nosso corpo, nem os átomos, nem a Natureza, nem os oceanos, nem as galáxias, o Soi, a Lua, a rotação da Terra em volta do Sol e por aí afora.

    Nenhum homem poderá ser preso se antes não se tivesse dado leis a ele. da mesma forma, se Deus não tivesse dado e propagado leis ao homem, esse não poderia seu julgado no Grande Dia de Jesus e vai por aí afora….Vai aí um trechino de meu arquivo 119 do site http://www.segundoasescrituras.com.br:

    Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações, pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente, a paz sobreviria sobre a Terra inteira.
    No arquivo anexado temos um escrito que completa perfeitamente esse presente, de nome O Tratado sobre as leis de Deus, onde nos mostra como o sábado de Deus foi corrompido e porquê.

    http://www.segundoasescrituras.com.br Na página 2 deste site, há 9 arquivos que se completam entre si:

    119 – O Tratado sobre as leis de Deus
    146 Colossenses 2:16 fácil de entender
    148 A maioria dos pastores evangélicos interpretam errado a Carta aos Gálatas
    150 Absolutamente nada funciona sem leis
    151 O fim da lei é Cristo, interpretado errado
    152 Segundo Jesus, as boas obras são parte imprescindível para a salvação
    153 Recado curto mostrando a verdade do sábado
    154 – As sete verdades sobre o sétimo dia
    156 – História das Raízes da Igreja

    Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br
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  • “Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom.” 1 Tessalonicenses 5:20-21.

  • "Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.
    E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento;
    E salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne."
    Judas 1:21-23

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