COMENTÁRIOS DA LIÇÃO 7 – JESUS E OS EXCLUÍDOS SOCIAIS – (08 A 15/02/2014)

Quando olhamos para os excluídos, para os marginalizados, para os nossos próprios irmãos, para o próximo, para os que divergem de nossas opiniões e para os que nos ofendem, conseguimos transmitir o amor de Deus que tão facilmente frequenta nossas palavras? Ou temos falado muito deste amor de Deus e pouco dele reflete de dentro de nós quando nos defrontamos com estes exemplos. Nosso referencial tem sido nossa própria imagem quando estamos exaltados e cheios de orgulho por nosso ‘cristianismo’ ou procuramos realmente um encontro com o trono da Graça de nosso Senhor?
“Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.” Tiago 1:17

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VERSO ÁUREO: “Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àqueles homens: Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo?” João 4:28-29

INTRODUÇÃO (sábado 8 de fevereiro) –  Aqueles que têm, dentro da sociedade, ameaçadas as suas condições mínimas de sobrevivência e os seus direitos como cidadão – os excluídos, que além de estarem excluídos dos bens materiais mínimos para sobrevivência, também estão exilados dos meios de comunicação. O espaço lhes é restrito e a possibilidade de exercício de comunicar a sua identidade só acontece em situações limites.
Esta exclusão leva grande maioria para a criminalidade. A rebeldia às normas sociais e o crime compensam o vazio emocional e espiritual que caracteriza a vida destas pessoas. Oferecer a estas almas viventes uma saída desta vida pecaminosa, através de uma renovação de seu valor individual como ser humano, apreciado pelo amor de Jesus, e, assim, se tornar elegível à superioridade de uma vida eterna junto a Deus é nosso desafio como cristãos, imitadores de Cristo e como remanescente do Senhor.

Para compreendermos o relacionamento de Jesus com os marginalizados do Seu tempo, temos que nos lembrar que Jesus foi um judeu, carpinteiro de Nazaré da Galileia, o meio mais pobre de seu país sedento de uma transformação social de base. Não temos documentos e instrumentos capazes de afirmar, com absoluta certeza, o que Jesus de Nazaré pensava ou pensou sobre este ou aquele aspecto da vida política, econômica, religiosa ou social de Seu tempo.

Jesus de Nazaré, o carpinteiro, ver Marcos 6:3, com Seu grupo de discípulos, ver Marcos 3:13-19, recrutados especialmente do meio da classe trabalhadora; pescadores, artesãos, agricultores, pastores, iniciou uma nova prática que causou espanto e escândalo aos grandes do Seu tempo: autoridades religiosas e civis. O que produzia tal espanto e escândalo, e acabou originando a perseguição à Jesus, foi o fato de que oferecia a salvação aos pobres e marginalizados socialmente. Na mentalidade dos grandes de Israel, guiados pelo sistema de pureza, afirmava-se que os pobres já estavam condenados por antecipação, pois pelo fato de não conhecerem a Lei, tornavam-se “malditos”. Ver João 7:49. A prática de Jesus e de Seu grupo sugere uma nova maneira de interpretar a vida, a vida dos pobres, a Lei e consequentemente o próprio Deus. Isso acarretou-lhe inúmeros ataques e perseguições e, no final do processo, a própria condenação e morte.

A prática de Jesus indica que a vida é mais importante do que o alimento e mais importante do que a Lei, enquanto há vida há a chance da transformação, da conversão e da vida eterna. Afirma na sua prática e na prática de Seus discípulos que toda Lei deve ceder diante de uma necessidade vital. Diante da fome, a lei perde a força. Em outras palavras, não se pode encobrir a fome em nome de Deus. Ver Marcos 2:23-28 e Lucas 11:3. O que Jesus propõe é que não pode haver uma Lei que proíba a satisfação das necessidades vitais, seja ou não num sábado ou noutro dia da semana. A função de Jesus é a de salvar as pessoas independente da classe social. Veja estes textos: “E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor.” Mateus 9:36

“Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” Lucas 19:10

DOMINGO (9 de fevereiro) PESSOAS “INFERIORES” – Quem são os marginalizados ou inferiores? A lição de hoje traz dois exemplos de pessoas marginalizadas:

A) As meretrizes e publicanos. Veja o texto: “Mas, que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi. E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Porque João veio a vós no caminho da justiça, e não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para o crer.” Mateus 21:28-32

B) Pecadores declarados. Veja o texto: “E chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles. E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai após a perdida até que venha a achá-la?” Lucas 15:1-4

Quem são os marginalizados e excluídos socialmente de hoje? É o alcoólatra, a mãe solteira, o viciado  drogas, o menino de rua, o negro, branco ou estrangeiro, dependendo da cultura, que exerce funções inferiores por causa de sua origem. Excluídos são também aqueles que estão isolados, seja nas prisões, lares de terceira idade, hospitais com doenças graves, em albergues de recuperação de jovens ou os sem-abrigo.

Entre eles muitos há que podem ser alcançados pela mensagem de salvação de Cristo Jesus e que são especialmente sensíveis à ação do Espírito Santo em suas vidas.
Qual foi a atitude de Cristo para com Zaqueu e a mulher adúltera? Qual é a sua atitude para com aqueles que a sociedade considera marginalizados?

SEGUNDA-FEIRA (10 de fevereiro) PERDÃO PARA UMA ADÚLTERA – No caso da mulher adúltera as leis do seu país até permitia o apedrejamento; mas Jesus, além de a absolver deste triste fim, concedeu-lhe o perdão. Ver a história em João 8:1-11.

A tentativa de identificar Maria Madalena como sendo a mulher surpreendida em adultério em João 8:1-11 é passível de contestação. Em primeiro lugar nem a Bíblia e nem Ellen White jamais chamam esta mulher de Maria Madalena. Independente de quem era, sabemos que a mulher era marginalizada e foi salva da morte e perdoada por Deus.

Os escribas armaram a cilada: De repente, chegaram os escribas e os fariseus, trazendo consigo uma mulher apanhada em flagrante adultério. Eles a colocaram no meio da roda entre Jesus e o povo. Conforme a lei, esta mulher deveria ser apedrejada. Ver Lev. 20:10 e Deut. 22:22-24. Eles perguntam: “E qual é a sua opinião?” Era uma cilada. Se Jesus dissesse: “Apliquem a lei”, eles diriam: “Ele não é tão bom como parece, porque mandou matar a pobre da mulher”. Se dissesse: “Não matem”, diriam: “Ele não é tão bom quanto parece, porque nem sequer observa a lei!”

Jesus escreveu no chão: Parecia um beco sem saída. Mas Jesus não se apavorou nem ficou nervoso. Pelo contrário: Calmamente, como quem é dono da situação, Ele inclinou-Se e começou a escrever no chão com o dedo. Quem ficou nervoso foram os adversários. Eles insistiram para que Jesus desse a Sua opinião. Então, Jesus levantou-Se e disse: “Quem for sem pecado seja o primeiro a jogar a pedra!” E, inclinando-Se, tornou a escrever no chão. Jesus não discutiu a lei. Apenas mudou o alvo do julgamento. Em vez de permitir que eles colocassem a luz da lei em cima da mulher para poder condená-la, pediu que eles se examinassem a si mesmos à luz do que a lei exigia deles.

Jesus concedeu o perdão: A resposta de Jesus derrubou os adversários. Os fariseus e os escribas retiraram-se envergonhados, um depois do outro, a começar pelos mais velhos. Jesus ficou sozinho com a mulher no meio da roda. Ele levantou-Se e olhou para ela: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou!” Ela responde: “Ninguém, Senhor!” E Jesus disse: “Nem Eu te condeno! Vai, e de agora em diante não peques mais!” Que maravilha de amor!

TERÇA-FEIRA (11 de fevereiro) O MENOR ENTRE OS MENORES – O texto para o estudo de hoje está em Marcos 5:1-20. Conta a história de um homem endemoninhado que morava nos sepulcros e que nem as cadeias o podiam prender. Este homem andava entre os montes e cavernas e se cortava com pedras; e quando ele viu Jesus O adorou. Quando Jesus quis expulsar o demônio, este perguntou para Jesus: “O que tenho eu contigo?” Jesus perguntou qual era o nome do homem e ele respondeu: “Legião é o meu nome, porque somos muitos.” Jesus mandou os demônios entrarem na manada de porcos que ali pastava e como resultado, o homem foi curado e anunciou sobre o feito de Jesus.

Veja o resto da história “E foram ter com Jesus, e viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido e em perfeito juízo, e temeram. E os que aquilo tinham visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado, e acerca dos porcos. E começaram a rogar-lhe que saísse dos seus termos. E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele. Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti. E ele foi, e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus lhe fizera; e todos se maravilharam.” Marcos 5:15-20

As pessoas marginalizadas não têm valor para os homens e mulheres bem posicionados. Mas Jesus tratou essa classe de pessoas de modo diferente. Então, pessoas assim não merecem ouvir da verdade eterna de salvação para sua vida? Jesus nunca desprezou ninguém. E nós também devemos considerar todas as pessoas. É bom considerarmos também que há pessoas de bons princípios morais que, pelas circunstâncias da vida, dão muito duro e tem que viver abaixo do nível de pobreza e sofrem discriminação social por alguns. Com certeza não existe pessoa mais desprezível do que alguém completamente, com possessão demoníaca. Mas mesmo para estas pessoas, os servos de Deus devem levar a libertação de Cristo.

Qual é a sua reação quando um mendigo estende-lhe a mão pedindo uma esmola; quando um bêbado quer conversar consigo ou quando é convidado para ajudar a expulsar um demônio?

QUARTA FEIRA (12 de fevereiro) A MULHER JUNTO AO POÇO – Essa é uma história muito rica em detalhes. Os judeus e os samaritanos não se davam. Os judeus desprezavam os samaritanos, pois julgavam-se superiores a eles. Um Judeu, estava no poço de Jacó, em Samaria, quando veio uma mulher samaritana buscar água.

Samaria era a antiga capital do Reino do Norte, fundada por Onri, rei de Israel. Ver I Reis 16:24. Foi por muito tempo um centro de idolatria. Ver Jer.23:13 e Oséias 7:1. Em 722 a.C., quando Sargon II, ver Isaías 20, rei da Assíria, levou para o cativeiro as dez tribos do reino do Norte, ver II Reis 17:5 e 6:23,24, enviou para a cidade de Samaria os povos oriundos de outras terras e nações. Era uma mistura de babilônicos e gente de Ava, de Hamata e de Servavim. Ver II Reis 17:24. Foram esses povos que vieram para colonizar Samaria, resultando daí uma raça mista que provocou muitos conflitos com os judeus, pois tornaram-se pagãos.

Jesus pediu água à samaritana: As barreiras religiosas e sociais foram um impedimento para a mulher samaritana. Havia três barreiras para ela não aproximar-se de Jesus: a) A barreira racial: Jesus era judeu, e ela samaritana. B) A barreira material: Jesus não tinha para ela, os utensílios para tirar a água da vida. Para tirar água do poço era necessário corda e balde. c) A barreira espacial: O poço era fundo, mas para Jesus as barreiras foram encurtadas. Jesus derrubou as barreiras e disse para a mulher tirar a água viva, que é a graça salvadora de Deus. Para esta água não precisamos nem de balde nem de cordas; precisamos sim de conhecer o dom de Deus que é a graça que salva.

A visão materialista da mulher: As palavras de Jesus despertaram o interesse material da mulher samaritana. Ver João 4:15. O propósito da mulher era não ir mais ao poço de Jacó tirar água. O poço de Sicar é uma figura do mundo. Quem beber desse poço voltará a ter sede. Existem muitos crentes que voltaram a beber em Sicar, por isso não tem uma vida consagrada a Deus. A mulher samaritana nunca mais voltou a beber água do velho poço de Jacó. Daquele dia em diante encontrou uma fonte melhor, Cristo a fonte das águas vivas. Ver Apoc. 22:1

A visão espiritual da mulher foi despertada: Ela desejava saber onde e como adorar a Deus. Os samaritanos consideravam sagrado o monte Gerizim. Nele estava o templo samaritano. Por isso, a mulher argumentou com Jesus e Jesus ensinou-lhe que Deus não pode estar em lugar determinado por homens, e mostrou-lhe que o Pai é adorado em espírito e verdade. O único canal de comunicação com Deus é a fé. Ver Rom. 8:26. Existem três tipos de adoradores: 1) 0s que adoram o que não sabem. 2) Os que adoram o que sabem. 3) Os que adoram em espírito e em verdade.

Qual foi a reação da mulher marginalizada quando foi salva por Jesus? “Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àqueles homens: Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo?” João 4:28-29

QUINTA-FEIRA (13 de fevereiro) PUBLICANOS E PECADORES – Quem eram os publicanos? A palavra publicano aparece na Bíblia nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. Para compreender a aplicação que os evangelistas fazem dessa palavra, precisamos aprofundar um pouco a nossa noção a respeito de quem eram os publicanos e o que faziam. Não é de hoje que os governos estabelecidos cobram seus impostos com o objetivo de manter a máquina pública funcionando e trazer algum “benefício” à população, ou também manter a corrupção cada vez mais lucrativa. Na época de Jesus Cristo isso acontecia também. O imperador romano mantinha cobradores de impostos em todo seu território, que tinham como meta cobrar a população e remeter o dinheiro ao controle do império. Os cobradores de impostos judeus a serviço do império Romano eram chamados de publicanos. Em vários textos da Bíblia essas pessoas eram comparadas aos piores tipos de gente: “Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?” Mateus 5:46. Observe como os publicanos eram vistos de forma negativa.

Mas por que eles eram tão mal vistos pelos judeus? 1) Em primeiro lugar, as pessoas os viam como uma espécie de traidores, pois trabalhavam para o império Romano, que as dominava com violência. 2) Em segundo lugar, temos a questão dos impostos abusivos que eram cobrados pelo império, trazendo muitas dificuldades à população e não trazendo benefícios ao povo, antes, apenas enriquecendo cada vez mais o império, seus governantes e seus exércitos. Isso revoltava o povo trabalhador. 3) Um último ponto ainda tem a ver com o fato de que a maioria dos publicanos eram corruptos, cobrando além do que era taxado pelo império. Com isso, muitos publicanos enriqueciam explorando seu próprio povo e atraindo o ódio deles para si.
Dois exemplos bíblicos bastante famosos de publicanos são; o discípulo que é chamado de Levi e também de Mateus e Zaqueu. São exemplos de publicanos que se converteram diante da mensagem de Jesus Cristo. Zaqueu, por exemplo, arrependido, prometeu devolver tudo aquilo que tinha roubado: “Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais.” Lucas 19:8. Mateus largou o trabalho de cobrador de impostos e seguiu Jesus.

SEXTA-FEIRA (14 de fevereiro) LEITURA COMPLEMENTAR DA LIÇÃO – A ajuda aos marginalizados da sociedade representa um dos mais grandiosos desafios do mundo. Isso, contudo, não quer dizer que não devamos; como indivíduos, família cristã e igreja, fazer todo o possível para ajudar. A lição desta semana aborda este tema e mostra que devemos seguir o exemplo de Cristo para ajudar os marginalizados da sociedade a se levantarem e tomarem um novo rumo na vida familiar, social e espiritual.

É bem mais difícil fazer trabalho missionário com pessoas cheias de problemas. É necessário um maior preparo técnico e espiritual para se obter algum resultado satisfatório. Por isso seria bom que todos os profissionais da igreja se envolvessem para ajudar; levando conforto emocional, informação espiritual, ajuda psicológica e também alimentos e roupas. Geralmente os excluídos socialmente são mal vistos pela sociedade, eles são rejeitados e tem poucas chances de sair dessa situação. Assim como Jesus ajudava essas pessoas, precisamos também fazê-lo.

Até que ponto Deus espera que nos desviemos do nosso caminho para ajudar quem está em necessidade? A lição desta semana dá-nos quatros exemplos do tipo de pessoas, que frequentemente chamamos de “marginais”. O serviço a Cristo requer muita coragem e consagração para sairmos da nossa zona de conforto e levar a mensagem da salvação às pessoas que fazem a vida no seu próprio carro, toxicodependentes, prostitutas, imigrante ilegal, pedinte, jovem mãe solteira, etc…

Veja estes textos: “As pessoas que Jesus nunca tolerava eram aquelas que se colocavam à parte na sua autoestima e olhavam os outros de cima para baixo.”

“Os caídos devem ser levados a sentir que não é demasiado tarde para serem verdadeiros homens.”

“Fossem quais fossem os maus hábitos, os fortes preconceitos ou as dominantes paixões das criaturas humanas, Jesus as encarava a todas com piedosa ternura.”

“Então nos aproximemos das pessoas de modo a não as desanimar nem as repelir, mas a suscitar a esperança em seu coração.” O Desejado de Todas as Nações, 164-166

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