CRISTO, O NOSSO SACRIFÍCIO – COMENTÁRIOS DA LIÇÃO 7 (09 a 16/11/2013)

O sentimento da ausência de Deus, da insignificância da oração, de estar preso em um mundo sem saída são as constantes no tempo atual. Tempo que podemos nomear de noite escura. Deus deu,e continua a fornecer à sua igreja e a todos os que quiserem ver, luzes suficientes para divisar o farol que Ele acendeu entre o céu e a terra para nos guiar, Cristo Jesus.
Nossa visão só necessita das lentes do arrependimento e da fé no sacrifício do cordeiro de Deus para divisar esta luz.
Pintura de Salvador Dali, O Cristo de Saint Jean de La Croix (1951)

VERSO ÁUREO: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por Suas chagas, fostes sarados”. I Pedro 2:24

INTRODUÇÃO: A expiação de substituição refere-se ao fato de que Jesus Cristo morreu em favor de todos os pecadores. As Escrituras ensinam que todos os homens são pecadores. Veja Romanos 3:9-18 e Romanos 3:23. O preço por nosso pecado é a morte. Romanos 6:23 diz-nos: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” Este versículo ensina-nos várias coisas: Sem Cristo, todos nós vamos morrer e passar a eternidade separados de Deus como pagamento por nossos pecados. Nas Escrituras, a morte refere-se à separação. Logicamente, todos morreremos, mas alguns viverão no paraíso com o Senhor por toda a eternidade. A segunda coisa que este versículo ensina-nos é que a vida eterna está disponível somente através de Jesus Cristo. Isto é a Sua expiação substitutiva.

Jesus Cristo morreu em nosso lugar quando foi crucificado. Nós merecíamos ser pendurados na cruz para morrer, pois somos nós que vivemos vidas de pecado. No entanto, em nosso lugar, Cristo tomou sobre Si a punição. Veja estes textos: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus”. II Coríntios 5:21.

“Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados”. I Pedro 2:24. Aqui, mais uma vez vemos que Jesus tomou os pecados cometidos por nós sobre Si mesmo, a fim de pagar o preço por nós. Alguns versículos adiante podemos ler: “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito”. I Pedro 3:18. Estes versículos ensinam-nos não somente a respeito do “substituto” que Cristo foi por nós, mas também que Ele foi “expiação”, o que significa que Ele plenamente satisfez o pagamento devido pelo pecado do homem.

Não conseguiríamos pagar o preço do pecado por nós mesmos; entretanto, Cristo tomou a iniciativa de vir à terra na forma do Filho de Deus, Jesus Cristo, para pagar o preço por nossos pecados. Por causa do que Ele fez por nós, agora podemos ter a oportunidade não apenas de ter os nossos pecados perdoados, mas de passarmos a eternidade com Ele. Para isto, devemos colocar nossa fé no que Cristo fez na cruz. Não podemos salvar-nos a nós mesmos; precisamos de um substituto que tome o nosso lugar. A morte de Jesus Cristo é a expiação substitutiva.

DOMINGO: (10 de novembro) JESUS EM ISAÍAS 53 – Talvez a maior de todas as profecias messiânicas sobre o advento do Messias seja encontrada no capítulo 53 de Isaías. Esta seção dos profetas, conhecida como o “Servo sofredor”, tem sido por muito tempo enxergada pelos rabinos históricos do Judaísmo como falando do Redentor que um dia viria à Sião. Os judeus esperavam a chegada do Messias e hoje pensam que Ele ainda não chegou. Infelizmente, os rabinos modernos do Judaísmo estão desanimados e acreditam que o “Servo Sofredor” de Isaías 53 talvez refira-se a Israel, ou ao próprio Isaías, ou mesmo a Moisés ou outro dos profetas judeus.

Mas Isaías é claro, ele fala do Messias, como muitos antigos rabinos concluíram. O segundo versículo de Isaías 53 confirma essa clareza. A figura cresce como “um renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca.” O renovo brotando com certeza é uma referência ao Messias e, na verdade, é uma comum referência messiânica de Isaías e outros lugares. Isaías 53 deve ser entendido como se referindo à vinda do Messias. O Rei Messias foi profetizado para sofrer e morrer para pagar por nossos pecados e depois ressurgir novamente. Ele serviria como um sacerdote para as nações do mundo e aplicaria o sangue da expiação para purificar aqueles que acreditam. Há apenas um a quem isso pode estar se referindo; Jesus Cristo!

O capítulo 53 de Isaías descreve Jesus desde os momentos do Getsêmani até a Sua morte. Muitos dos Seus amigos, inclusive Sua mãe, olhavam para Ele, sabendo que era tudo injusto. A cena que ocorreu desde a Sua flagelação até o calvário é a mais constrangedora de todos os tempos de pecado. Um justo e bom sendo tratado como só merecia o pior dos assassinos.

A mensagem da salvação é encontrada, de forma maravilhosa, no capítulo 53 de Isaías: Lembra-se do tesoureiro da rainha de candace quando encontrou-se com Felipe, estava lendo este capítulo? Veja o texto: “E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te, e vai para o lado do sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserta. E levantou-se, e foi; e eis que um homem etíope, eunuco, mordomo-mor de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, e tinha ido a Jerusalém para adoração, Regressava e, assentado no seu carro, lia o profeta Isaías.” Atos 8:26-28

“E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro; e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, assim não abriu a sua boca.” Atos 8:32.

Qualquer pessoa em qualquer época que abre o coração para Jesus, Ele atua, opera a transformação, perdoa e salva. Só Deus tem este poder, pois só Deus podia morrer para salvar a humanidade perdida!

Veja estes textos: “E puseram a Sua sepultura com os ímpios, e com o rico na Sua morte; porquanto nunca fez injustiça, nem houve engano na Sua boca. Todavia, ao Senhor agradou moê-Lo, fazendo-O enfermar.” Isa. 53:9 e 10. Atos dos Apóstolos, 225

“Muito coração orgulhoso indaga: `Por que me devo arrepender e humilhar antes de poder ter a certeza de minha aceitação por parte de Deus?´ Aponto-vos a Cristo. Era inocente e, mais que isso, era o Príncipe do Céu; mas por amor do homem Se fez pecado em lugar do gênero humano. “Foi contado com os transgressores; mas Ele levou sobre Si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu. Isa. 53:12” Caminho a Cristo, 45 e 46.

SEGUNDA-FEIRA (11 de novembro) UMA SUBSTITUIÇÃO SUFICIENTE – Estes são os textos para a leitura de hoje:

“Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos.” Hebreus 2:9

“Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo-sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo.” Hebreus 2:17

“De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.” Hebreus 9:26-28

Desde a queda do homem, a base da salvação sempre foi a morte de Cristo. Ninguém, mesmo antes da cruz ou desde a cruz, poderia ser salvo sem este acontecimento indispensável na história do mundo. A morte de Cristo pagou a pena por pecados do passado, cometidos pelos “santos” do Velho Testamento e também de pecados futuros, dos “santos” do Novo Testamento. Hoje, temos mais revelações do que tinham as pessoas que viveram antes da ressurreição de Cristo, pois nós sabemos por completo: Veja este texto: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.” Hebreus 1:1-2.

Nossa salvação continua ser baseada na morte de Cristo, nossa fé ainda é a condição para salvação, e o alvo de nossa fé ainda é Deus. Hoje, para nós, o conteúdo de nossa fé é Cristo que morreu por nossos pecados, que foi sepultado, e ressuscitou no terceiro dia. Ver I Coríntios 15:3,4.

Jesus é suficiente para todo o crente que nele crê e O aceita como Salvador pessoal. Veja este texto: “Pela Sua vida e morte, Cristo operou ainda mais do que a restauração da ruína produzida pelo pecado. Era o intuito de Satanás causar entre o homem e Deus uma eterna separação; em Cristo, porém, chegamos a ficar em mais íntima união com Ele do que se nunca houvéssemos pecado. Ao tomar a nossa natureza, o Salvador ligou-Se à humanidade por um laço que jamais se partirá. Ele nos estará ligado por toda a eternidade.” O Desejado de Todas as Nações, 25

TERÇA-FEIRA (12 de novembro) O SANGUE DE CRISTO – O sangue de Cristo é o único do universo que pode salvar, pois somente o Criador podia resgatar o homem da sua ruína pecaminosa.

A realidade do sangue de Cristo, como meio de expiação do pecado, tem a sua origem no antigo testamento: “De fato, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão”. Hebreus 9:22. Entretanto, esta era uma oferta de sangue limitada em sua eficácia, por isso tinha que ser oferecida repetidamente. Este foi o prenúncio do sacrifício a ser oferecido de “uma vez por todas” por Jesus na cruz. Ver Hebreus 7:27. Uma vez que o sacrifício foi feito, não havia mais a necessidade do sangue de touros e cabras.

O sangue de Cristo é a base da Nova Aliança. Na noite antes de ir para a cruz, Jesus ofereceu o cálice de vinho aos discípulos e disse: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês”. Lucas 22:20. Derramar o vinho na taça simbolizava o sangue de Cristo que seria derramado por todos os que chegariam a crer nEle. Quando derramou o Seu sangue na cruz, Jesus acabou com a exigência da Antiga Aliança para o contínuo sacrifício de animais, mas instituiu a celebração da santa-ceia e lava-pés. Ao participarmos destes símbolos estamos dando provas suficientes de que arrependemos e confessamos os nossos pecados e recebemos o perdão de Deus. Por isso é necessário participarmos destas cerimônias, pois são mandamentos da Nova Aliança.

O sangue de Cristo também tem a função de purificar a nossa mente. O sangue de Cristo não somente redime os crentes do pecado e da morte eterna, mas “purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, de modo que sirvamos ao Deus vivo!” Hebreus 9:14. Isto significa que não só estamos agora livres de oferecer sacrifícios que são “inúteis” para obter a salvação, mas somos livres de confiar em obras inúteis e não produtivas da carne para agradar a Deus. Porque o sangue de Cristo nos redimiu, somos agora novas criaturas em Cristo. Ver II Coríntios 5:17, e pelo Seu sangue somos libertos do pecado para servir ao Deus vivo, para glorificá-lo e gozarmos a Sua companhia para sempre. Amém?

O sangue de Jesus tem também outra função: com a Sua morte, Satanás ficou totalmente sem argumentos contra o governo de Deus. E o Universo ficou extasiado em perceber o verdadeiro carácter de Deus; amor e justiça ao mesmo tempo, em todas as situações. Por isso era Jesus Cristo que deveria morrer por nós, e nenhum outro poderia tomar o Seu lugar.

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QUARTA-FEIRA (13 de novembro) SACRIFÍCIO IMACULADO – No Velho Testamento como deviam ser os animais destinados para o sacrifício? Veja os textos para hoje: “O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras.” Êxodo 12:5

“E se a sua oferta for sacrifício pacífico; se a oferecer de gado, macho ou fêmea, a oferecerá sem defeito diante do Senhor.” Levítico 3:1

“Se o sacerdote ungido pecar para escândalo do povo, oferecerá ao Senhor, pelo seu pecado, que cometeu, um novilho sem defeito, por expiação do pecado.” Levítico 4:3

Um cristão é uma nova criação. Veja este conhecido texto: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”. II Coríntios 5:17. Esse versículo está falando de uma pessoa tornando-se numa criatura completamente nova, como resultado de estar em Cristo.

Um cristão é redimido pelo sangue do imaculado Jesus. Veja este texto: Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.” I Pedro 1:18-19

Somente Cristo, que é imaculado, pode perdoar e santificar o pecador, porque só o sangue de alguém que não conheceu o pecado; Jesus, pode servir para resgatar o pecador.

Que riscos correm os cristãos de oferecer à Deus um sacrifício inaceitável? No Velho testamento alguns sacerdotes ofereciam a Deus animais com defeitos. Veja isto: “Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do Senhor é desprezível. Porque, quando ofereceis animal cego para o sacrifício, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou enfermo, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; porventura terá ele agrado em ti? Ou aceitará ele a tua pessoa? Diz o Senhor dos Exércitos.” Malaquias 1:7-8. Devemos levar bastante a sério as coisas sagradas. Deus deve ter a soberania, primazia e supremacia da nossa vida. Nós também necessitamos de confessar os nossos pecados a Deus para que Ele possa receber-nos com alegria e aceitar o nosso louvor e adoração.

QUINTA-FEIRA (14 de novembro) UM GRANDE PERIGO – A lição de hoje mostra o grande perigo que corre alguém, quando despreza o sacrifício que Jesus ofereceu por nós. Veja a importância dos textos para hoje: “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro, e recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério.” Hebreus 6:4-6

“Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há-de devorar os adversários.” Hebreus 10:26-27

Em Hebreus 2:3 encontramos este verso maravilhoso e que nos faz um grande apelo: : “…como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?…”

A primeira vez que uma pessoa nasce, ela herda a natureza pecaminosa que resulta da desobediência de Adão no Jardim do Éden. Ninguém tem que ensinar uma criança a pecar. Ela naturalmente segue os seus desejos de fazer o errado, os quais a levam a cometer pecados como mentir, roubar e odiar. Ao invés de ser um filho de Deus, a criança é na verdade um filho da desobediência e ira. Deus diz-nos: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus”. João 1:12. Esta passagem explica claramente como tornar-se um Filho de Deus.

O que precisamos acreditar sobre Jesus? 1) Primeiro, precisamos reconhecer que Jesus é o eterno Filho de Deus que tornou-Se homem. Nascido do poder do Espírito Santo, pela virgem Maria, Jesus não herdou a natureza pecaminosa de Adão. Então, Ele é chamado de segundo Adão. Ver I Coríntios 15:22. Enquanto que a desobediência de Adão trouxe a maldição do pecado ao mundo, a vida perfeita de Cristo pode cobrir as nossas transgressões. Nossa resposta deve ser de arrepender-nos dos nossos pecados confiando em Sua vida perfeita para nos purificar. 2) Segundo, precisamos ter fé em Jesus como Salvador. O plano de Deus foi de sacrificar o Seu Filho perfeito na cruz para pagar pela punição que merecemos pelo nosso pecado: a morte. A morte de Cristo liberta todo aquele que O recebe, da penalidade e do poder do pecado. 3) Finalmente, precisamos seguir a Jesus como Senhor. Depois de fazer de Cristo o vitorioso sobre o pecado e a morte, Deus deu-lhe toda autoridade. Ver Efésios 1:20-23. Jesus guia todos os que O recebem; mas também vai julgar a todos os que O rejeitam. Ver Atos 10:42. Na cruz foi selado o destino eterno do pecado e de seu autor. Que nós tenhamos outro futuro, e isso depende do que fizermos com o tema da cruz.

Medite neste texto: “Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação, no dia da tentação no deserto.” Hebreus 3:7-8

SEXTA-FEIRA (15 de novembro) LEITURA ADICIONAL – Quando aceitamos o amor e o sacrifício de Jesus por nós, Deus perdoa os nossos pecados, altera o nosso estatuto, abençoa-nos e dirige-nos num novo caminho de vida.

A Redenção relaciona-se com a dívida do pecado e com a escravidão de Satanás. O pecado é uma dívida diante de Deus. Os presos antigamente tinham um escrito de dívida que ficava em sua cela, com sua sentença; após cumprir essa sentença o juiz o chamava e batia um carimbo em sua sentença: Está consumado! Isso foi o mesmo que Jesus fez na cruz por nós. Ver João 19:30. Ele cravou na cruz o nosso escrito de dívida. Veja este texto: “tendo cancelado o escrito de dívida que era contra nós e que constava ordenanças, a qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente cravando o na cruz”. Col 2:14

Quando pecamos, nos tornamos escravos do diabo, e para sermos resgatados, deveríamos ter um resgatador que fosse parente próximo, e que fosse livre, pois escravos não podiam libertar escravos, e tinha que ser um ato voluntário. Jesus disse: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.” João 15:13-15

Veja estes textos: “Paulo mostrou quão intimamente havia Deus ligado o sacrifício expiatório com as profecias referentes Àquele que devia, como um cordeiro, ser “levado ao matadouro”. O Messias devia dar a Sua vida como “expiação do pecado”. Olhando através dos séculos as cenas do sacrifício expiatório do Salvador, o profeta Isaías testificara que o Cordeiro de Deus “derramou a Sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas Ele levou sobre Si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercede”. Is 53:7, 10 e 12. Atos dos Apóstolos, 227.

Teologia – http://www.gotquestions.org
Luís Carlos Fonseca em temasbblicos.blogspot.com.br
Lições adultos 2013 – http://www.cpb.com.br
Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia
fabiodeps@gmail.com

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    Judas 1:21-23

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