LIÇÕES DO SANTUÁRIO – COMENTÁRIOS DA LIÇÃO 4 – (19 a 26/10/2013)

“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,
Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne,
E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus,
Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa,
Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.
E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,”
Hebreus 10:19-24

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VERSO ÁUREO: “E me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles”. Ex 25:8

INTRODUÇÃO: A lição desta semana vai traduzir, em termos práticos, os lindos significados do evangelho de Cristo. Através do santuário terrestre; que durou desde Moisés até Jesus Cristo, podemos ver os tipos, que eram os sacrifícios, alcançando a Antítipo, que é o próprio Jesus Cristo. O santuário era a moradia de Deus com o Seu povo no deserto, inicialmente, e depois no meio da nação judaica através do templo, no lugar santíssimo e manifestava-Se ao povo de várias maneiras.

O termo “tabernáculo” vem do latim “tabernaculum”, que significa “tenda” ou “barraca”. O dicionário Aurélio assim define: “Tenda portátil, que foi o santuário do Deus dos hebreus, durante a peregrinação destes pelo deserto, símbolo da convivência ou encontro entre Deus e o homem”. Santuário portátil construído pêlos israelitas no deserto e descrito detalhadamente em Ex 25-31 e 35-40. O tabernáculo tinha vários nomes: “tenda”, “tenda da congregação”, “tenda de culto”, “tabernáculo do testemunho” Êxo 38:21 e “santuário” Êxo 25:8.

O tabernáculo continuou a ser usado durante muito tempo após a entrada, em Canaã. No período dos juízes estava em Silo. Ver Juízes 18:1 e, no reinado de Saul, em Nobe. Ver I Sm 21. No episódio dos discípulos passando por um campo em dia de sábado colhendo espigas, Jesus, para defendê-los, mencionou Davi e seus companheiros entrando na “casa de Deus” que era o tabernáculo, porque o templo ainda não tinha sido construído, e comendo os pães da proposição. Ver Mc 2:23-28. De acordo com I Rs 8:4, Salomão mandou que a arca do Senhor, a tenda da congregação e os utensílios sagrados fossem levados para o novíssimo templo.

O propósito de Deus é viver entre Seu povo, e o objetivo real de qualquer igreja cristã é a comunhão com Deus. Os objetos visíveis do santuário eram símbolos para ensinar-nos a adorar a Deus em espírito e em verdade, como Jesus ensinou-nos. O tabernáculo deveria ser construído exatamente como Deus queria: “Segundo a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo…”. “É o próprio Senhor quem elogia a fidelidade de Moisés em Nm 12:7; e Heb 3:2. Deus destaca que Moisés foi fiel ‘‘em toda a casa de Deus”.

O tabernáculo é uma tipologia. Isto quer dizer que os utensílios, os móveis e as especificações são uma fotografia de Cristo. Floyd Lee afirma: “Em nenhum lugar do V.T. existe um álbum tão completo e perfeito de Cristo como nesse santuário” Ver Hb 8:1-13. Embora fosse uma tipologia, o povo, sem dúvidas, era beneficiado.

DOMINGO (20 de outubro) LUGAR DA PRESENÇA – O povo de Deus necessitava da presença palpável e permanente de Deus entre eles, o que também realizou-se por meio do tabernáculo. A grande diferença entre Israel e os outros povos é que o Senhor habitava com o Seu povo. Ver Ex 29:45 e manifestava a Sua presença no tabernáculo. Todavia, a presença de Deus no tabernáculo não pode ser entendida em sentido totalmente literal, ou seja, Ele estava lá, mas não estava somente lá. Ele estava presente em um lugar, mas Ele transcende, vai além disso. Afinal, “o Altíssimo não habita em casas feitas por mãos humanas” Atos 7:48. É impossível que a presença de Deus Se limite a um lugar. Ver também Isaías 66:1; I Rs 8:27.

Em Israel sempre houve altares isolados, principalmente aqueles erigidos pelos patriarcas; Noé. Ver Gên. 8:20; Abraão. Ver Gên 12:7-8; Isaque. Ver Gên 26:24-25; Jacó. Ver Gên 35:1-7. Mas, com a chegada do tabernáculo, todos foram entregar as ofertas e realizar os holocaustos no mesmo lugar, preparando o povo para o maior de todos os sacrifícios já oferecidos: Jesus Cristo “…Cristo morreu pelos nossos pecados…” I Cor. 15:3.

Deus nunca deixa o ser humano desamparado. No processo da salvação e santificação do homem, Deus sempre toma a iniciativa. Adão e Eva pecaram e separam-se de Deus. Deus revelou-lhes o plano da salvação por meio da Sua graça, e para ensinar-lhes o processo da graça; Deus usou um método simples, mas dramático; que foi pedir para eles matarem o primeiro. Imagine a cena! Quando Deus providenciou o santuário era para revelar-Se ao povo moribundo no deserto e poder salvá-lo, e depois conduzir o povo para Jesus.

Deus sempre toma a iniciativa em relação a nós. Quando estamos desanimados, por algo que acontece, Deus aparece para impulsionar-nos para a frente e para o alto. Em nossa caminhada cristã é comum ficarmos tristes, desanimados, desiludidos da vida, fracos e sem ânimo. Isso acontece quando tiramos o nosso foco do Senhor, quando não olhamos mais para as promessas de Deus e nos preocupamos com nós mesmos, achando que o mundo tem que girar ao nosso redor. O ser humano só consegue enxergar à uma pequena distância na sua frente. Mas quando se olha para as promessas de Deus, tudo muda. O foco é ajustado e conseguimos enxergar mais à frente, e podemos ver para além das possibilidades, meramente, humanas.

SEGUNDA-FEIRA (21 de outubro) “SEDE SANTOS” – A lição de hoje fala que o santuário, com todos os seus utensílios, foi separado para fins sagrados. Veja o texto principal para hoje:

“Então tomarás o azeite da unção, e ungirás o tabernáculo, e tudo o que há nele; e o santificarás com todos os seus pertences, e será santo. Ungirás também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios; e santificarás o altar; e o altar será santíssimo.” Êxodo 40:9-10

Quem são os santos, de acordo com a bíblia? A palavra santo vem do grego “hagios”, que significa “consagrado a Deus, divino, sagrado, piedoso”. É quase sempre usada no plural, “santos”. Veja estes exemplos: “Senhor, de muito tenho ouvido a respeito desse homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém”. Ver Atos 9:13 – “Passando Pedro por toda parte, desceu também aos santos que habitavam em Lida”. Atos 9:3) e “…encerrei muitos dos santos nas prisões…” Atos 26:10. A ideia da palavra “santo” é de um grupo de pessoas que aceitaram viver separadas para o Senhor Deus e Seu Reino.

Portanto, nos termos das Escrituras Sagradas, os “santos” são o corpo de Cristo, os cristãos, a Igreja.

Todos os cristãos são considerados santos. Em I Coríntios 1:2 diz claramente: “…à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos…” As palavras “santificados” e “santos” têm a mesma origem grega. Os cristãos são santos pela virtude da sua conexão com Jesus Cristo. Os cristãos são chamados à serem santos, para cada vez mais permitir que a sua vida diária se aproxime da sua posição em Cristo. Essa é a descrição e o chamado bíblico dos santos.

Na teologia Católica, os santos já estão no céu. Na Bíblia, os santos estão na terra. No ensinamento Católico, uma pessoa não torna-se em um santo e menos que seja “beatificada” ou “canonizada” pelo papa ou por um bispo proeminente. Na Bíblia, todo aquele que recebe a Jesus Cristo, pela fé, é um santo. Na prática Católica, os santos são reverenciados, recebem orações e, em alguns casos, são adorados. Na Bíblia, os santos são chamados a reverenciar, adorar e orar apenas a Deus. Interessante não é?

O tabernáculo e todos os seus utensílios foram santificados; assim, a igreja onde vamos hoje é um lugar separado para a adoração a Deus. Como estamos apresentando-nos perante Deus que é santo? Não iríamos querer morar, na eternidade, juntos com o Deus santo, mas nós sendo diferentes, pecadores. Seria uma incoerência total. E Deus também não iria ser descuidado e permitir tal situação. Precisamos ser santos, assim como Deus é santo. Para isto, precisamos de entregar-nos ao Espírito Santo para que Ele nos torne santos.

Como temos encarado os seguintes textos bíblicos? “Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo.” Levítico 19:2

“Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver. Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.” I Pedro 1:14-16

Deus nunca propõe a Seus filhos padrão baixo. O versículo acima, entretanto, não quer dizer ser perfeito em sabedoria, como Deus o é, pois somos finitos. Não quer dizer perfeito em poder como Ele o é, porquanto Sua esfera é infinitamente mais alta que a nossa. Quer, porém, dizer que devemos amá-Lo perfeitamente, de todo o coração, entendimento, alma e forças. Isto é o que Deus deseja, pois os Seus olhos “passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele”. Em algumas traduções encontramos: “cujo coração é perfeito para com Ele”. II Cr 16:9. É bem verdade que, mesmo justificados nunca estaremos livres da presença do pecado. Encontramos pessoas que parecem boas e nobres, mas não pretendem firmar santidade. Em suma, somos perfeitos, no conceito teológico, porque a justiça perfeita de Cristo nos foi atribuída. Vai depender de cada um viver ou não na santidade oferecida por Deus.

TERÇA-FEIRA (22 de outubro) UTENSÍLIOS DO SANTUÁRIO – De acordo com as profecias de Daniel, atualmente comemora-se 169 anos desde que Jesus iniciou o juízo de investigação no lugar santíssimo do santuário celestial. E hoje, curiosamente, vamos analisar os utensílios do santuário terrestre que é uma cópia do santuário celestial.

O que os textos de hoje querem ensinar-nos? “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.” Gênesis 1:2

“E me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus pertences, assim mesmo o fareis.” Êxodo 25:8-9

Estes versos mostram o grande interesse de Deus em preparar um lugar de habitação e adoração para manter contato com os Seus filhos.

Quais eram os utensílios do santuário, como estavam divididos e a quem apontavam?

Pátio ou Átrio: Todos os dias o sacerdote ministrava nesse local. Nele estava o altar que representava a cruz de Cristo. O sangue derramado apontava para o sacrifício de Jesus. Estava também a pia ou bacia com água. A água da pia representava a purificação através de Cristo e por meio do batismo. Desta forma, este local ensinava a justificação pela fé. O crente é salvo quando aceita o sacrifício expiatório de Cristo, arrepende, confessa os pecados e é batizado.

O Lugar Santo – a) Candelabro ou castiçal: O candelabro era feito de ouro puro e tinha sete lâmpadas que deviam ficar permanentemente acesas. Em Apocalipse 1:12-13, João descreve Jesus andando entre sete candelabros e o verso 20 diz-nos que os candelabros representam as sete igrejas. Dentro desta simbologia podemos ver o Espírito Santo atuando na Igreja possibilitando que seja a luz do mundo. b) Os

Pães da proposição: A mesa com os pães da proposição era feita de madeira de acácia e estava recoberta de ouro puro. Doze pães eram colocados sobre ela formando duas colunas de seis pães. O significado dos pães representa Jesus que é pão da vida. Ver João 6:5. c) Altar de incenso: O altar de incenso era onde os sacerdotes queimavam diariamente incenso, como interseção, pelo povo de Israel. Este incenso queimado representava as orações dos santos. Ver Apocalipse 8:4.

Lugar Santíssimo – Após o segundo véu, estava o lugar santíssimo. Ver Hb 9:3, onde só o sumo-sacerdote podia entrar, e uma vez ao ano, e era no dia da expiação. Lá havia a arca da aliança contendo as tábuas dos 10 mandamentos. Havia dois querubins de ouro e suas asas cobriam o propiciatório, que era a tampa da arca. Era entre estes querubins que manifestava-Se o “Shekinah” que era a manifestação de Deus em forma de uma luz gloriosa. Neste sentido, a arca representava o trono de Deus. Arca do testemunho era símbolo da presença de Deus, pois sobre a arca, sobre a sua tampa, refulgia uma luz sobrenatural que originava-se dessa presença. Os dois anjos sobre o propiciatório: simbolizavam a atitude solene que se deve ter diante de Deus e do respeito aos dez mandamentos. Foi aqui que Jesus entrou no dia 22 de outubro de 1844 para julgar as pessoas que vão se perder e se salvar. O julgamento começou pelos mortos, e depois do fechamento da porta da graça vai passar para os vivos, pois as pessoas já não terão chances de salvação.

QUARTA-FEIRA (23 de outubro) O CENTRO DA ATIVIDADE DIVINA E COMUNITÁRIA – O nome “judeu” vem do nome de Judá, um dos doze filhos de Jacó e umas das doze tribos de Israel. Aparentemente o nome “judeu” originalmente referia-se apenas àqueles que faziam parte das doze tribos de Judá, mas quando o reino foi dividido; Israel no norte, e Judá no sul, depois do reino de Salomão. Ver I Reis, capítulo 1, esse nome passou a se referir a qualquer um do reino de Judá, o que incluía as tribos de Judá, Benjamim. Hoje em dia, muitos acreditam que ser um judeu significa ser um descendente físico de Abraão, Isaque e Jacó, independentemente de qual das doze tribos essa pessoa se tenha originado. Sabemos, perfeitamente, que Deus rejeitou o povo judeu, como escolhido, para receber e passar os oráculos de Deus e concedeu a cada crente o direito do sacerdócio real, povo santo e não escolhida, conforme I Pedro 2:8-10.

Enquanto o povo de Israel representava Deus, legitimamente, o santuário e todos os serviços relacionados com ele era o centro das atividades religiosas, civis e políticas, quando, por exemplo, um rei era ungido por um sacerdote e quando tinham que resolver assuntos de guerra. O santuário era um local de encontro entre o povo e Deus e entre os seus semelhantes. A religião não ficava a parte da vida do crente. Ela fazia parte importante na vida de cada israelita. Hoje também devemos incluir Deus em primeiro lugar na nossa vida. Alguns quando estão na escola, entre amigos, no trabalho ou em festas; não gostam de falar de religião. Tentam esconder a fé que professa.

A lição de hoje traz o exemplo da dedicação do templo de Salomão. Ali vemos todas estas ações desenvolvendo-se de forma harmoniosa. Ver I Reis 8:31-53

Salomão apresentou sete casos de orações que podiam ser oferecidas no templo: 1) No templo procurava-se perdão. Ver o verso 30. 2) Era lugar para juramento de voto. Ver versos 31 e 32. 3) Para súplicas quando derrotados. Ver versos 33 e 34. 4) Para petição perante uma seca. Ver versos 35 e 36. 5) Várias calamidades. Ver versos 37-40. 6) Era um lugar para um estrangeiro orar. Ver versos 41-43. 7) Lugar para implorar a vitória. Ver versos 44 e 45.

O santuário era o centro de toda a vida de Israel. Quando as pessoas necessitavam de alguma coisa, buscava ajuda na tenda da congregação. O santuário era também o lugar onde todas as nações podiam, buscar refúgio espiritual e social conforme Isaías: “Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.” Isaías 56:7.

Hoje, temos feito de Deus e da sua adoração centro das nossas prioridades de vida? Temos feito esforços missionários para que mais pessoas conheçam e aceitem Jesus?

QUINTA-FEIRA (24 de outubro) “ATÉ QUE ENTREI NO SANTUÁRIO” – O título da lição de hoje é uma referência do salmista Asafe que quando entrou no santuário teve uma visão completa da vontade de Deus: “Até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles.” Salmos 73:17.

O santuário era o local onde Deus manifestava-Se de forma mais visível. Mas cada israelita tinha uma comunhão diária com Deus, fora do santuário. É-nos dito que Davi e Daniel oravam três vezes ao dia.

Veja estes textos: “Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.” Daniel 6:10

“De tarde e de manhã e ao meio dia orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz.” Salmos 55:17. Parece ser esse o tanto de vezes que devemos orar diariamente, de forma particular, para ficarmos cheios do Espírito Santo e vivermos cheios de entusiasmo.

Asafe que compôs o salmo 73, era sacerdote e músico. Ele trabalhava no tabernáculo e estava envolvido na sua rotina. Com certeza ele tinha os seus momentos de comunhão com Deus, no nível particular e familiar. Ele deparava-se com a pergunta que até hoje não quer calar: “Porque os ímpios prosperam e os justos sofrem?”. Foi só quando ele entrou no santuário que obteve a resposta de Deus.

O santuário era o lugar onde Deus providenciava segurança e refúgio para o pecador. Veja este texto: Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no seu templo. Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; pôr-me-á sobre uma rocha. Também agora a minha cabeça será exaltada sobre os meus inimigos que estão em redor de mim; por isso oferecerei sacrifício de júbilo no seu tabernáculo; cantarei, sim, cantarei louvores ao Senhor. Ouve, Senhor, a minha voz quando clamo; tem também piedade de mim, e responde-me. Quando tu disseste: Buscai o meu rosto; o meu coração disse a ti: O teu rosto, Senhor, buscarei”. Salmo 27:4-8.

A Palavra de Deus pede para que os filhos de Deus participem dos cultos na igreja. Veja estes textos:

“Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.” Salmos 133:1-3.

“Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.” Hebreus 10:25

Os textos acima, e muitos outros, mostram a necessidade que temos de estarmos unidos na igreja, como irmãos. Quando estamos na igreja, recebemos uma bênção especial que já foi ordenada por Deus. As reuniões de sábado são muito importantes, pois o sábado pertence a Deus e não a nós. Mas como filhos de Deus, precisamos também de participar das reuniões de oração promovidas pela igreja, como; os cultos de oração, vigílias e outros momentos de consagração e renovação. Assim como o salmista, receberemos a resposta nítida para os nossos problemas e sonhos, “quando entrarmos no santuário de Deus para O adorar, em espírito e em verdade”. Deus tem bênçãos reservadas para os Seus filhos que são encontradas apenas na igreja. Pode crer!

SEXTA-FEIRA (25 de outubro) LEITURA ADICIONAL – O santuário ensina-nos lições maravilhosas sobre a santidade, bondade e misericórdias de Deus, em providenciar a salvação aos pecadores, de todas as épocas. No passado os crentes eram beneficiados com os sacrifícios que apontavam para Cristo. Depois que Jesus morreu, todos temos acesso direto ao trono da graça, no santuário celestial, que oferece-nos perdão.

Veja esta promessa: Visto que temos um grande sumo-sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo-sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Hebreus 4:14-16

Um outro ponto importante da lição desta semana é que Deus franqueou, em todas as épocas, a salvação à todos as nações. Antes era através do santuário, hoje Deus manifesta-Se através da Sua igreja na terra, que são os seguidores da mensagem da Igreja Adventista do 7º Dia. Cada crente, dentro da sua sinceridade, pode receber a revelação de Deus.

 

 

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  • ” Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1:3

  • “Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom.” 1 Tessalonicenses 5:20-21.

  • "Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.
    E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento;
    E salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne."
    Judas 1:21-23

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